The most notorious gateways in Brazil from outside Portugal
(by Chico Doria, Professor in Brazil)
Acciaioli,
Accioli.
1. Gugliarello
Acciaioli. Passa de Brescia a Florença em 1161; inscreve-se
na Arte
del Cambio — é banqueiro. C.c. ... Riccomanni.Referido
postumamente num documento de 1237. Pais de:
2. Riccomanno
Acciaioli. Citado em 1237, casou com uma ...Guidalotti?
Pai
de:
3. Acciaiolo
Acciaioli. Do Sesto di Borgo e do popolo da S.S. Trinità.
Entre
outros teve o
filho:
4. Lotteringo
Acciaioli. Enterrado em frente ao altar-mor da igreja de’ S.S.
Apostoli em
Florença. Atestado entre 1260 e 1293; está entre os
que em 1280 assinam
a paz intermediada pelo cardeal Latino.
Casou com Bella di Guido
Mancini. Pais de:
5. Leone Acciaioli.
Do Consiglio de’ Priori em 1311. Pai de:
6. Zanobi Acciaioli.
Casou em 1352 com Lena d’Uberto di Lando degli Albizzi. Pai de:
7. Michele
Acciaioli. Dos priores em 1396 e em 1409. Casou com Lisa di Paolo
di Cino de’
Nobili. Como prior, exilou no castelo familiar de Montegufoni ao
primo
Donato Acciaioli, condenado à morte pelo comune
deFlorença. Tiveram a:
8. Zanobi Acciaioli.
Inimigo acérrimo dos Médicis, ao contrário de seus
filhos e demais
parentes, esteve em 1433 na balía que determinou o exílio
de Cosimo de'
Medici, “il Vecchio.” Foi prior em 1418 e 1430, e casou com Lia
Lapaccini. Pais de:
9. Benedetto
Acciaioli. †1506, prior em 1470, podestà de Civitella (1488). De
Nanna
d’Ormanozzo Dati, teve:
10. Zanobi
Acciaioli. N. 26.9.1476, e casou com Ginevra Amadori, irmã de
Benozzo Amadori,
filhos de Niccolò Amadori e netos de Angiolo Amadori, casado com
Lucia Acciaioli, irmã de Neri II, † 1453, e Antonio II,
ambos Duques de
Atenas. Pais de:
11. Simone
Acciaioli. ``Simão Achioli,'' n.c. 1497, †15.2.1544, tronco dos
Acciaiolis e
Acciolis no Brasil e em Portugal—passou à Madeira em 1515. Casou
com
Maria Pimentel Drummond, filha de Pedro Rodrigues Pimentel e de
Izabel
Ferreira Drummond. C.g.
Fonte:
P. Litta e L.
Passerini, ``Acciaioli di Firenze,'' em _Famiglie Celebri Italiane_,
1831-45. Como em casos semelhantes, a identificação de
Simone Acciaioli
faz-se localizando-se o Zanobi Acciaioli seu paique melhor se
adapta
à cronologia, e verificando-se ter sido este o marido de
Ginevra
Amadori, cujo irmão Benozzo Amadori, dado como tio de Simone,
chamara-o à
Madeira para ajudar com seu negócio de vinhos de Malvasia.
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Adorno
(Campanaro
Adorno).
1.
Giacomo
Campanaro, mercador que veio da Riviera di Ponente, a oeste de
Gênova (+ 1307).
P.d.:
2.. Francesco
Campanaro (†após 1332); c.c. Caterina Bargagli, filha de
Raffaele Bargagli,
patrício genovês. P.d.:
3. Antonio Campanaro (vivia em 1335). P.d.:
4. Nicola Campanaro,
patrício genovês (†após 1365); c.c. Margherita
Adorno, filha di
Adornino Adorno, patrício genovês, e de Nicolosia della
Rocca, dos
senhores de Cinarca (ela †após 1423). P.d.:
5.
Battista Adorno
olim Campanaro, patrício genovês. Teve o privilégio
do apelido *Adorno*
para si e para os descendentes, conferido pelo dogeAntoniotto I Adorno
(†após 1423). C.c. Maria de Carmi, filha de Giovanni de Carmi.
P.d.:
6.
Nicola Adorno,
patrício genovês (†após 1480); c.c. Maddalena de
Franchi Luzardo,
filha de Antonio de Franchi Luzardo, patrício genovês. P.d.:
7. Bernardo Adorno,
patrício genovês, `Ufficiale del Mare,' 1501 e 1504,
`Ufficiale di
Moneta,' 1523, `Anziano della Repubblica di Genova,' 1524 (†
após1524); c.c. Maddalena Giustiniani, filha de Stefano
Giustiniani,
patrício genovês. P.d. (entre outros):
-
Giuseppe/José,
patrício genovês, passou ao Brasil onde se fixou.
Esteve
no Rio ao
tempo da sua fundação, e também em Santos;
rico latifundiário,
bandeirante (*1504, TSantos 1605 com 101
anos); c.c.Catarina, filha de
Cristovao Monteriro, e de Marquesa Maria Ferreira. C.g.
[E'
o Joffo ou
Gioffo *Doria*, sogro de John Whithall. Um de seus partidistas
era
Jácome Lopes, casado com Inocência `Doria.']
-
Paretino, detto
Paolo/Paulo. patrício genovês, passa ao Brasil onde
se fixa e é
preoprietário de terras em S. Vicente. Passa à Bahia, ondec.
em 1534 c. Filipa
Álvares, filha de Diogo Álvares Caramuru e de uma
índia. † no Rio em
1573. C.g.
-
Ambrogio, detto
Diogo, patrício genovês, combateu índios no
Paraguai em 1555 e lá foi †
em combate contra os guaranis, talvez em 1560.
[Seria
este o
misterioso *Jácome Doruje*, de quem descendem os Dorias de S.
Vicente,
citado em S. Vicente em casa de José Adorno num depoimento
de 1562.
Helvecio de Castro Coelho foi quem notou que nos documentos
quinhentistas de S. Vicente no Brasil confundem-se os nomes
*Adorno* e *Doria*;
esta confusão é nítida na
identificação do sogro deWhithall como Joffo
Doria, quando era Giuseppe (Gioffo) Adorno.]
Fonte:
N.
Battilana,
``Campanaro,'' em _Genealogia..._, Genova 1827.
F.
Morais do
Rosário, l.c.
E.
de Oliveira
Belchior, _Conquistadores e Povoadores do Rio de Janeiro_,
Brasiliana, Rio, 1965. (Cita muitas fontes documentais.)
http://www.sardimpex.com
Discuti
muito esse
caso com A. Dominici-Battelli. Embora permaneça uma mínima
possibilidade
de serem os irmãos Adorno, no Brasil, filhos de Giacomo/Jacopo
Adorno, estabelecido na segunda metade do século XV em Jerez de
la Frontera, os
documentos no arquivo Cattaneo della Volta e mais detalhes
onomásticos afirmam
que estes no Brasil são, de fato, Adorni olim Campanaro. Note-se
que Battilana,
ao mencionar a sucessão de Bernardo Adorno, olim Campanaro, e de
Maddalena
Giustiniani, cita apenas os irmãos que permanecem em
Gênova, deixando de fora,
como aliás é sua praxe, os que passam a Portugal e ao
Brasil.
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Bettencourt,
Bittencourt.
Genealogia
dos
Bettencourts.
1.
Philippe de
Bettencourt viveu no tempo de Luiz VIII da França (reinou
de 1223 a
1226). Pai de:
2.
Raynault de
Bettencourt, sr. das terras de Bettencourt, documentado em 1282.
Pai de:
3. Jean de
Bettencourt I, atestado em 1342 numa escritura, casado com Isabelle de
St.
Martin, filha do barão de St. Martin le Gaillard; † num combate
em 1357.
Pais de:
4.
Jean de
Bettencourt II e de duas filhas (segundo uma escritura de 1358). Jean
II foi
casado com Marie de Bracquemont, filha de Raynault de
Bracquemont, de
quem houve dois filhos: - 5.1. Jean de Bettencourt III, que descobriu
as ilhas Canárias e se intitulou Rei das Canárias, e-
5.2. Raynault de
Bettencourt, casado com Philippotte de Froyes em
segundas núpcias, de
quem teve a:
6. Henri de
Bettencourt, casado com uma sobrinha, filha de seu irmão Maciot
de
Bettencourt, de nome Maria de Bettencourt. Foram pais de, entre
outros, a:
7. Gaspar de
Bettencourt, dado como † em 1522, e que casou com Guimar de
Sá, filha de um
Henrique de Sá, do Porto (Gaspar Frutuoso), e † em 1547.
Pais de:
8.
João de
Bettencourt e Sá, casado na ilha de S. Miguel com D. Guiomarde
S. Paio, filha de
Gonçalo Vaz Botelho. Tiveram a:
9.
Francisco de
Bettencourt e Sá, †1577, moço fidalgo e sr. das saboarias
da
Madeira, como o pai e avô. Em S. Miguel c.c. D. Maria da
Costa, filha de
Diogo Afonso da Costa Cogombreiro. Pais de:
10.
André de
Bettencourt e Sá, morador na Madeira e †1596. Casou “a furto,”
como se
dizia, em 1563, com D. Isabel Dornelas de Aguiar, †1598, filha de
Rui
Dias de Aguiar e de Francisca de Abreu Dornelas. Foi filho do casal:
11.
Gaspar de
Bettencourt e Sá (1572-1635), que de sua primeira mulher D.
Guimar de Moura
teve a:
12.
Francisco de
Bettencourt e Sá, que lutou nas guerras de Pernambuco e † em
Castela em
1643. (A partir daqui seus descendentes adotam o don castelhano.)
C.c. D.
Ana de Aragão. Pais de:
13.
D. Francisco de
Bettencourt e Sá, n. 1624, que c.c. D. Joana de Meneses da
Câmara.
Tiveram a:
14.
D. Félix de
Bettencourt e Sá, que passou à Bahia. Seu tratamento com
o Dom é um
exemplo do uso irregular do título no Brasil colonial, pois se
deriva no
caso do don espanhol, de uso lato, diverso do uso português,
mas
legitimado porque assim a ele se referiam funcionários do
mais alto nível
da administracão colonial. Admitido
na
Santa Casa da Misericórdia de
Salvador em 1715; nascera antes de 1643. Sua mulher, D. Catarina de
Aragão Ayala era filha de Diogo de Aragão Pereira e de D.
Inês de Ayala, †
em 1722. Pais de:
[i]
D. Antonio
Manuel da Câmara, c.c. D. Maria de Barros, filha de
Estevão Borges de
Barros, c.g. [ii] D. Caetano de Bittencourt e Sá, c.(1724) c.
D. Inês da
Silva de Aragão, c.g. [iii] D. Félix de Bittencourt e
Sá,
c.c. D. Úrsula Bezerra em 1727, c.g. [iv] D.Francisca, c.c.
Sebastião Gago da Câmara. [v] D. Antonia Francisca deAragão,
c.c.
Sebastião Borges de Barros, s.g. [vi] D. Antonio Félix de
Bittencourt e Sá, †
1780, c.c. D. Teresa Villas-Boas, c.g. [vii-ix] D. Diogo, soldado e
solteiro, † 1723; D. Francisco, n. 1690, e D. José Francisco,
n. 1692.
[x] D. Catarina, c.c. Inácio de Siqueira Villasboas, c.g.
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Bittencourts,
RGS.
1.
José Machado de
Bittencourt n. na freg. N. S. de Guadalupe, ilha da Graciosa. C.c.
Francisca Rosa, da mesma freguesia. Mudam-se para o Desterro, hoje
Florianópolis. P.d.:
2.
Major Camilo
Machado de Bittencourt, n. Desterro (SC) c. 1750 e † no combate
do Rincão
das Galinhas RGS, a 7 ou 13.4.1818. C. em Desterro (SC) em
8.11.1801 c.
Juliana Rosa de Jesus, n. São Miguel de Terra Firme (SC), filha
de
Antonio Correia dos Santos e de Maria Inácia. P.d. (e.o.):
3.
Brigadeiro
Jacinto Machado de Bittencourt, n. Desterro (SC) a 21.7.1807 e †
Asunción, Paraguai, 4.4.1869. C. em Porto Alegre (RGS) c.Ana
Maurícia da
Silva, n. Porto Alegre em 16.8.1819, e † no Rio em 9.8.1890, filha
de
José da Silva Guimarães Tristeza e de s.m.
Maurícia
Joaquina da Silva.
C.g.
(Fonte:
C. G.
Rheingantz, em _Brasil Genealógico_ I, no. 3 (1962).
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Bettencourts
de
Nazaré (Bahia).
1.
Antonio de Souza
Bettencourt. Teria vindo de Minas; atestado em Nazaré (BA)
na
primeira metade do século XVIII. C.c. D. Ana Maria do Couto. P.d.,
e.o.:
2.
Alexandre José de
Souza Bettencourt, n. de Nazaré (BA). Viveu pela 2a.
metade do século
XVIII. C.c. D. Ana Joaquina do Amor Divino, s.m.n. P.d., e.o.:
3.
Manuel Gonçalves
Maia Bittencourt. N. no engenho S. Gonçalo, freg.de
Nazaré (BA).
Participou das lutas pela independência; foi membro da Junta da
Cachoeira
(1822). C.c. D. Maria Freire de Carvalho. P.d.,e.o.:
4.
Sertório Freire
Maia Bittencourt, n. Nazaré (BA). C.c. D. Eudóxia deAraújo
Calmon. P.d.:
5.
Pedro Calmon
Freire de Bittencourt, n. Nazaré (BA). C.c. D. Maria Romana
Moniz de
Aragão, filha de Egas Moniz Barreto de Aragão,
Barão de Moniz de Aragão, e
de s.m. D. Maria Francisca Calmon Nogueira da Gama.C.g.
Fonte:
Eduardo
Pimentel
Maia Bittencourt, _Memória Genealógica dos Bittencourt_,
Rio
(1981).
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Cavalcanti.
1.
GIANOZZO
CAVALCANTI Nome conhecido através do patronímico do
filho, este documentado.
Gianozzo teria casado com uma Adimari, o que se infere do prenome do
outro filho que lhe é atribuído. Gianozzo Cavalcanti
viveu nos
começos do século XII; as memórias posteriores
dão-no como filho de
um Cavalcante di Giamberto di Benedetto, sendo este Benedetto o
mais antigo ancestral desta família; Benedetto teria vivido nos
começos
do século XI. P.d.:
2.
CAVALCANTE DE’
CAVALCANTI Cônsul da comuna de Florença em 1176. Dado como
se tendo
envolvido nos conflitos dos que se opuseram a Frederico Barbarroxa,
quando
este invadiu a Itália. Seria sua mulher uma Adobrandini ? P.d.:
3.
CAVALCANTE DE’
CAVALCANTI Dado apenas como um dos líderes da Parte Guelfa, e
“tendo
escolhido o partido do rei de Nápoles,” que era à
época o líder dos
guelfos na Itália. P.d.:
4.
POLTRONE
CAVALCANTI Dado como messer, o que o põe como juiz ou como
cavaleiro; mas o
nome, antes um cognome, não diz grande coisa de seu
caráter. Foi
provavelmente um dos anziani da Parte Guelfa em 1246,junto a um
Adimari.
P.d.:
5.
messer CANTINO
CAVALCANTI Um dos conselheiros da Parte Guelfa, como os primos
direitos,
em 1278. Casou-se em 1295 com Brasia [Beatrice?] di Ciampolo Salimbeni,
† 5.5.1309 (?) de uma nobre família feudal de Siena. P.d.:
6.
messer CIAMPOLO
CAVALCANTI Sentenciado à morte e aguardando a
decapitação, foi
perdoado graças à intervenção dos
embaixadores de Siena, cidade onde
tinha parentes influentes. Seus filhos renunciam à
condição de magnati
(nobres) em Florença, e mudam o nome, em 1361, para de’
Ciampoli. P.d.:
7.
DOMENICO
CAVALCANTI Também dito de’ Ciampoli. Em 22.10.1362 renunciou aos
privilégios magnatícios e adotou novas armas; em vez das
tradicionais dos
Cavalcantis, “de prata, semeado de cruzetas recruzetadas de
vermelho,” passou a usar “de prata com uma cruz de
vermelho cantonada
de quatro estrelas de azul.” (Mais tarde reverteram ao nome tradicional
e às armas de sempre.) P.d.:
8.
ANTONIO
CAVALCANTI Ancestral do Filippo Cavalcanti que passa ao Brasil. P.d.:
9.
FILIPPO
CAVALCANTI, s.m.n. P.d.:
10.
messer LORENZO
CAVALCANTI, c.c. Contessina Peruzzi, com testamento feito em 20.4.1516,
já
viúva. Era filha de Ugo di Rinaldo Peruzzi. P.d.:
11.
GIOVANNI
CAVALCANTI, n. em Florença em 11.10.1478, mercador. C.c. Ginevra
Mannelli,
sepultada em 11.4.1563 na igreja della Santa Croce, em Florença.
Filha de
Francesco di Lionardo Mannelli, e de Maddalena di Gianozzo di Giovanni
Naldi.
P.d.:
12.
FILIPPO
CAVALCANTI, n. em 12.6.1525 em Florença, batizado na Santa
Croce. No Brasil em
1560.
Fonte:
1) E.
Gamurrini, Genealogias manuscritas, na versão portuguesa,
começos do século
XVII, mais a identificação do Filippo no. 9 ao
bisavô homônimo do Filippo
que passa ao Brasil.
2)
Zilda Fonseca,
_Desbravadores da Capitania de Pernambuco_, Ed. UFPE, Recife (2003), p.
43.
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Doria,
Brasil
(Menezes Doria, Costa Doria, na Bahia)
Sobre os
começos desta linha: em inícios de 1999 amigos comuns
aproximaram-nos, Miguel
de França Doria, dos Dorias da Madeira, e eu. Miguel me passou
cópias de
documentos, fontes bibliográficas, e também saí
atrás, e levantamos boa
documentação, dos
séculos XV e XVI,
sobre esses genoveses em Portugal. Num artigo muito citado, Domenico
Gioffrè
(``Le relazioni fra Genova e Madeira nel I decenio del secolo XVI,''
_Studi
Colombiani_, III, Genova (1952)), refere-se a três Dorias,
Lodisio, Antonio e
Giovanni Doria, na Madeira, c. 1480. De fato, na genealogia de Natale
Battilana
para o patriciado genovês, encontramos três irmãos
com este nome, filhos de
Imperiale Doria e de sua segunda mulher, uma Doria di Dolceacqua, na
data
adequada. Lodisio é traduzido (ou corrompido) em Luiz, Luigi ou
Ludovico (as
formas Lodisius ou Ludovicus são usadas alternadamente).
São do chamado ``ramo
de Oneglia,'' um ramo da família que empobreceu e se voltou para
o comércio.
Também é do ramo de Oneglia o banqueiro Aleramo Doria,
atestado num padrão de
juros português de 1557 - espécie de letra de câmbio
- com rendimentos anuais
de 80$000 rs (c. $ 1 000 000 hoje), e que, como o pai, financiou em
parte as
grandes navegações. Seu nome é grafado às
vezes Loramo ou Laramo em português
(Chanc. D. João III, 1557, ANTT); é a origem dos baianos.
1.
Arduino.
Personagem do qual só conhecemos notícias através
de tradições que nos
vêm pelo menos do século XIII. Eis uma delas:
Traggono
la loro
origine da Arduino, Visconte di Narbona, verso il 1050.
Questo visconte passando da Genova per
andare crociato a Gerusalemme si
ammalò gravemente e fu ospitato in casa di una vedova della
famiglia
De Volta, dove curato si innamorò
di
una delle sue due figlie a nome Oria
[Orietta] e la tolse per sua. Ebbe da lei un figlio: Ansaldo, che
dal nome della madre fu detto “figlio
d’Oria.” Outras variantes da
narrativa tradicional dão o nome do pai desta Oria (Auria)
della Volta; seria
certo Corrado della Volta, ou de Volta. Há um fato que sugere a
verdade
ao menos parcial dessa narrativa: em 1161, as casas dos della
Volta e dos Dorias eram lado a lado em Gênova, segundo Giovanni
Scriba, vivendo
juntos Ingo della Volta e seu filho Marchese, e, ao lado destes, Simon
Doria.
Além do mais, sempre houve uma associação
política e comercial entre os dois
grupos familiares, o que sugeriria um
parentesco entre as famílias. E, enfim, uma ancestral de nome
Oria para esta
família é um fato documentado. Segundo a
tradição, tiveram três filhos, dos
quais segue:
2. Ansaldo. Dado
indiretamente como filius Auriæ. Este teria tido igualmente
três
filhos. Segundo a tradição foi seu filho:
3.
Genualdo. O nome
deriva-se de Genua, baixo latim para Ianua, Gênova.Dado como um
dos de
filiis Auriæ num documento de 1110. Também dito Zenoardo,
Gherardo,
Genoardo. Pai de:
4.
Ansaldo Doria.
Personagem historicamente documentado, nele começam as
genealogias
contínuas desta família. Foi cônsul de Gênova
em 1134 e depois em 1147, e
como cônsul esteve na tomada que os de Castela fizeram a
Almería e Tortosa
— pois há muito tinham os genoveses vínculos com a
Espanha. Giovanni Scriba refere-se a este,
em 1156,
seja como Ansaldo Doria, seja apenas como
Doria. Casou com Anna..., filha
de Niccolò... Talvez tenha se
casado com uma prima Doria em segundas
núpcias. Do primeiro casamento,
pai de:
5.
Simon Doria.
Personagem de grande projeção no seu tempo em
Gênova. Lá nasceu entre 1130 e
1140; foi cônsul de Gênova seis vezes, entre 1165 e 1188,
quando combateu pelos
interesses da pátria e de sua própria família na
Sardenha. Participou também das negociações
subsequentes entre
Gênova e Pisa, intermediadas por Frederico
Barbarroxa,
pelas
terras sardas. Combateu no assédio
a S.
João d’Acra ao lado de Filipe
Augusto e de Ricardo Coração de Leão em 1191,
tendo sido nomeado
almirante em Gênova no ano de 1189 para o fim de comandar a frota
genovesa que
ia auxiliar os cruzados. Morre depois de 1195. Filho,
6. Niccolò Doria.
Teria nascido em Gênova por volta de 1150. Em 1188 testemunha um
dos
muitos acordos de paz com Pisa, este patrocinado pelo papa Clemente
III. Em
1197, desafiando o podestà genovês Drudo
Marcellino,
lança-se
ao mar numa expedição vitoriosa contra a Sicília;voltando
a Gênova,
viu que o podestà havia derrubado a casa-torre dos Dorias no
borghetto
da família, junto à igreja de San Matteo. Suarevolta
só é contida
pela ação do podestà em resposta. Foi cônsul
dacomuna em 1201. Em
1202 representa Comita II, sr. do julgado de Torres na Sardenha,
nasnegociações para o casamento de Maria di Lacon, filha
do próprio Comita II,
com o marquês Bonifazio di Saluzzo. Em 1207 comanda
expedição militar à
Sardenha contra os pisanos. Em maio de 1212 hospeda em sua
própria casa, em
Gênova, o jovem imperador Frederico II. Citado nos documentos
genoveses pela
última vez em 1224. Filho:
7. Manuele Doria.
Sr. de Valle Stellanello e de Andora. N.c. 1180 ou pouco antes, em
Gênova; atestado em 1202, quando comprou, de um filho de Obizzo
Malaspina, em
sociedade com Guglielmo Embriaco, certos direitos de pedágio no
Val di Trebbia.
Em 1210, com trinta anos ou mais, casa-se com Giorgia (na forma
dialetal sarda,
Iurgia) di Lacon, filha de Comita II di Lacon, sr. do julgado de Torres,
e neta
de Barisone II de Lacon, por um breve período rei da Sardenha.
Foi cônsul da
comuna em 1215; representou então Gênova no quarto
Concílio de Latrão. Podestà
de Savona como o pai, em 1223;
depois, em 1225, podestà de Albenga.
Atestado
desde 1223
nos feudos da família na Sardenha, em setembro de 1224 induziu o
cunhado Mariano
III di Lacon, irmão de Giorgia, a renovar a aliança
com os genoveses. Dois incidentes marcam, ainda, a vida de Manuele
Doria. Em 1233 conspiram vários sardos contra o herdeiro de
Torres,
Barisone, uma criança, filho de Mariano di Lacon.
Entre
eles, mais
notório, Michele Zanche, futuro sogro de Branca Doria.
Mal
sucedida a
conspiração, os conjurados fogem para Gênova, onde
pedem, já em 1234, a
Manuele Doria e a seu filho Percivale, que sirvam de
intermediários
entre os conjurados e os Lacon. A paz é feita. Então,
traiçoeiramente, já
retornados à Sardenha os conjurados, entre os quais Zanche,
provocam em
1235 uma insurreição na qual morre o pequeno Barisone.
Ainda em
1241, junto com o irmão Ingo, e mais o primo, o poeta Percivale
Doria, Manuele Doria tentou derrubar o governo guelfoem Gênova.
Fracassando, submetem-se todos e são os Dorias conspiradores
banidos da pátria
durante dez anos. Em 1246 esteve Manuele Doria em Florença, como
vigário do
podestà Frederico de Antióquia, um dos bastardos de
Frederico II. Em 1248
Manuele é feito podestà em Como, na qualidade de um dos
mais notórios gibelinos
da Itália. Terminado o banimento, em 1251 volta a Gênova,
quando, por
influência do papa Inocêncio IV, um Fieschi, recebe uma
quantia compensatória
como espécie de anistia pelo seu exílio já
cumprido. Torna-se, no mesmo ano, um
dos conselheiros da comuna, quando negocia, junto ao filho
Niccolò, um pacto com
Florença para atacar Pisa. Filho:
8.
Niccolò Doria. N.
pouco após 1210, é atestado em Gênova entre 1250 e
1263. Senhor vários dos
feudos familiares na Sardenha, c. (por volta de 1230) c. Preziosa,
filha natural (legitimada pelo pai e depois pelo papa) de Mariano III
de Lacon, senhor do julgado de Torres na Sardenha, e sobrinha de
Giorgia di Lacon, mãe deste Niccolò. É um dos
plenipotenciários
que assinam, em 13.3.1261, o tratado de Ninfeu com os Paleólogos
imperadores de Bizâncio. Morreu em janeiro de 1276 e está
enterrado em San
Fruttuoso. Pais de:
9. Babilano Doria. N.c. 1240 (data estimada,
por ser primogênito de Niccolò o notório
Branca Doria, n.c. 1230), † antes de
1316. É enviado por volta de 1270
por seu primo Oberto Doria, capitão de Gênova, à
Riviera del Ponente,
como vigário do governo
genovês para
pacificá-la e expulsar grupos de malfeitores lá
estabelecidos. C.c. Leona, filha de Oberto
Savignone, e
teve dois filhos conhecidos, dos quais segue:
10. Federico Doria. Atestado em Gênova em
1297.
Obscuro, comprou em 1298, com seu irmão Niccolò, o feudo
de Oneglia ao bispo
Lanfranco, titular da diocese de Albenga, na Riviera del Ponente. Seus
descendentes foram,
todos, co-senhores de Oneglia; numerosíssimos no século
XV, já não
podiam mais viver dos rendimentos das terras e voltaram-se para o
comércio, para subsistirem. Foram ambos, Federico e
Niccolò, srs. de
Borgo S. Agata. Federico teve seis filhos homens conhecidos, dos
quais:
11.
Percivale Doria.
Atestado em 1297, num mesmo ato notarial onde comparece seu pai.
Obscuro. Pai de:
12.
Giano Doria. Seu
irmão Ceva Doria [ver “Dorias da Madeira”] está atestado
em 1345; é este Ceva
ou Sceva Doria quem, em nome da república, pacifica a Riviera do
Levante em
1397. Pai, Giano, de:
13. Aleramo Doria. Sua irmã Argenta Doria
está
atestada em 1395. Aleramo casou com
Andreola... . Pais de:
14.
Leonello Doria.
Atestado em 1427. Casou com sua prima
Eliana Doria, filha de
Niccolò di Acciò di Ceva Doria, este irmão de
Giano Doria. (Ver acima.)
Tiveram o filho (e.o.):
15. Aleramo Doria. Segundo do nome, casou com
Giacoba, filha de Melchiorre ou
Marchio Vivaldi, que já era viúva em 1461. Três
filhos
citados, dos quais:
16. Francesco Doria. Casou com Gironima
Centurione, filha do banqueiro Luigi Centurione Scotto e de Isabella
Lomellini.
Centurione, com o cunhado Eliano Spinola — Eliano era casado com
Argenta, irmã
de Isabella; filhas de Battista Lomellini e de Luigia Doria, prima esta,
no
2o.
grau misto com
4o., de Andrea Doria — e a Baldassare Giustiniani,
ganham
em 1471 o
direito de explorar o alume de Tolfa,
que pertencia
ao
papado. Aplicando
seus ganhos, Centurione envia à
Madeira, em 1478, Cristoforo Colombo como seu agente, para comprar
caixas de
açúcar, e apesar do insucesso deste negócio
específico, permanece até o fim da vida ligado
ao almirante (Luigi Centurione † 1499).
Francesco Doria é o banqueiro de
Sevilha que financia a parte de
Colombo na viagem de Nicolau Ovando à América em 1502, e
igualmente
identifica-se ao pai de Cristóvão Doria,
navegador natural de Faro, no Algarve. Filho:
17. Aleramo Doria. Filho de Gironima Centurione,
terceiro do nome
Aleramo,
nascido
antes de 1508 em Gênova, é
atestado num
padrão de
juros
de 1.1.1557,
passado em nome de D. João III em
Lisboa, dando-lhe
80$000
rs perpétuos
anuais sobre a alfândega de Lisboa. Neste padrão é
dado como “genovês,
vizinho da cidade de Gênova e
lá
morador,” e tem como agente em Lisboa a Benedetto Centurione.
D. João III diz ainda que Aleramo Doria financiou-lhe,
“a câmbio,” em parte, as expedições portuguesas
à África e à Ásia. Este
Aleramo Doria (“Alaramo,” “Laramo,”
“Loramo”) é identificado ao “Lourenco” de
Oria que é o pai da “criada da rainha D. Catarina”
Clemenza Doria. Eis
passagens do padrão de 1557: Dom Joam & c aquamtos esta
minha quarta virem
façosaber que considerando ...o lugar o quetenho em africa que
pollos Reys
destesReynos foram ganhados ao muyto trabalho edespesa ...y nas partes
da Jndia
y alem della foy necesairo fazer gramdes guastos edespesas ...se tomou
gramde
somae camtidade dnr.o [de dinheiro] acaimbo ...ep.r quamto alarame
doria
genoves Vizinho da cidade degenova eLaamorador p.r meservir eajudar
...alarame
doria porseu Respondemte benedito centurjão estamdo nestacidade
...pmr.o
diadeJan.ro do dito anno de bLvij ...Afolhas Vay asynada p.lo
barão daluyto...
Aleramo Doria casou com Benedetta, filha de Alessandro Cattaneo. Filha,
talvez
natural:
18. Clemenza Doria. N.c. 1535; seria genovesa de
nascença. Criada da Rainha D. Catarina,
passou ao Brasil em 1553, onde casou duas vezes, c.g.; † após
1591. Tinha casas em frente ao convento
de S. Bento, em Salvador. Da
primeira vez, c.c. com Sebastião Ferreira, †1556; da
segunda, c. 1557,
com Fernão Vaz da Costa, filho de Lopo Alves Feyo, sr.de Atalaia
e Pancas,
e de D. Margarida Vaz da Costa, dada como irmã do Cardeal D.
Jorge da Costa nos
nobiliários; e portanto primo de D Duarte da Costa.
Filha de `Lourenco de Oria,’ identificado a Aleramo Doria supra. C.g.
Fonte:
N. Battilana,
``Doria,'' _Genealogia..._, Genova, 1827. C. Fusero, _I Doria_,
1971; T. Luzzatto-Guerrini, _I Doria_, 1935. Docs. e fontes mss citadas
em costadoria.pdf, no site
http://doria.genealogias.org
-------------------------------------
Dorias
da Madeira.
12. CEVA D’ORIA
Atestado
em 1345. C.c. Eliana ou Andreola, filha de Cassano
di Bernabò di Branca d’Oria. P.d.:
13.
MARCO D’ORIA
†
antes de 1403. C.c. Ginevra,
filha de Imperiale d’Oria e de s.m.
Leona [Leonor], srs. de Dolceacqua,
descendente Imperiale do grande Oberto d’Oria,
vencedor dos pisanos
em La Meloria em 1284. P.d.:
14.
IMPERIALE D’ORIA
[1413,
1439]. C. (1) c. Maria, filha de Ottobuono Scotto
Salvago, c.g. C. (2) c. Bianca di Lodisio di
Castruccio d’Oria. P.d.:
15.
LODISIO D’ORIA
Identificado
ao Luiz Doria atestado na Madeira em
1480, pai de Leonor Doria.
-----------------------------------------
Segue a
linha dos Pestanas Velosas e Velosas Dorias no Brasil.
1.
LODISIO DORIA
Identificado
ao genovês conhecido também como Luís de Oria que
possuiu engenhos de açúcar na Madeira em 1480.
Também o identificamos ao banqueiro de Cádizque, em
1492, levantou 500 000 maravedis para pagar a viagem
de Colombo. Pai de:
2.
LEONOR DORIA
Nasceu
c. 1460, e c.c. Rui Gonçalves de Velosa, filhoe Gonçalo
Eanes de Velosa, †1465 (era de 1497), n. de Celorico
de Basto, e de s.m. Tareja Rodrigues. Estão enterrados
em S. Francisco, no Funchal. Pais de:
3. LUIZ
DORIA VELOSA
N.c.
?1485 e †1546 na Madeira. Foi f.c.c.r., cavaleiro da ordem
de Cristo, administrador do morgado fundado pelo avô
paterno. Deve ser o que, em 1528, ao serviço de D.
João III, partiu para a India na armada de Nuno da Cunha
(Francisco de Andrada, Crônica de D.
João III,
parte II, cap. 47. Deve ser o mesmo que
em 15?6 defendeu
a ilha de um ataque de corsários, ao lado de Simone
Acciaioli. C.c. Ana de Paiva de Barros, n.Azamor.
Luiz está enterrado em S. Francisco, junto aos pais.
Pais de (entre outros, além de um filho homônimo,
cuja carta de brasão de 1547 tenho em facsímile,
se quiserem - mas é quase ilegível):
4.
CECILIA DE PAIVA
†
30.5.1554, c. em 1520 c. Gabriel
Pestana da Câmara, filho
herdeiro de Jorge Pestana da Câmara, f.c.c.r. em 1503, e
de s.m. Beatriz de Goes, filha de Lançarote Teixeira
(filho do descobridor Tristão Vaz); n.p. de Duarte
Pestana de Brito, armador-mor do reino no século
XV, e de s.m. Leonor Homem de Sousa, filha esta de
Garcia Homem de Sousa, genro do Zargo, casado com Catarina
Gonçalves da Câmara. P.d.:
5. JOÃO
PESTANA DA CÂMARA
N. 1526
e c.c. Ana Ferreira, filha de João Rodrigues Calaça e
de Ana Ferreira. Pais de:
6.
GABRIEL PESTANA DE VELOSA
Chamou-se
Velosa por obrigação para herdar o
morgado dos
Velosas. C. em Porto Santo c. Graça Calaça. Pais de:
7. MARIA
DAS NEVES
C.c. o
concunhado Antonio Ruas Lomelino, filho de Antonio
da Rua, e de s.m. Maria Lomelino, casados em 1560;
n.p. de Pedro da Rua, feitor da especiaria em Flandres,
n. do Porto; n.m. de Antonio Baião de Castro e de
s.m. Madalena Lomelino. (Tenho a ascendência Lomelino/Lomellini
toda.) Pais de:
8.
ANTONIO RUAS LOMELINO
C. (1)
c. Mariana Moniz, filha de Martim de Castro e de s.m.
Catarina de Goes. C. (2) em 1660 c. Águeda de Mendonça
e Vasconcelos. Pais de:
9. JOÃO
MANUEL PESTANA DE VELOSA
Filho de
(1). C. em 1690 c. Antonia Moniz, filha de Manuel
Homem da Costa e de s.m. Isabel Moniz de Menezes,
casados em 1670. N.p. de Pedro Jorge de Arvelos
e de s.m. Isabel de Sousa; n.m. de Jerônimo Dornelas
de Abreu, dos Ornelas Gamboas, sargento-morda
capitania de Machico, e de s.m. Bernarda de Meneses.
Era esta filha de Manuel de Castro, do Porto Santo, e
de s.m. Maria de Meneses; n.p. de Cristóvão Rodrigues
Uzadamar (bisneto de Giovanni Usodimare, genovês)
e de s.m. Isabel Moniz; por esta bn. de Filipe
Moniz e de s.m. Francisca da Costa; e tn.p. de Vasco
Martins Moniz e de s.m. Joana Teixeira. Pais de:
10.
HIERÔNIMO DORNELAS DE MENEZES
Passou
em começos do século XVIII ao Brasil, onde vivia em
Guaratinguetá em 1721. C.c. Lucrécia Leme Barbosa
em 1723, filha de Baltazar Correia Moreira e de s.m.
Fabiana da Costa Rangel. † Jerônimo em 1771;recebera
a sesmaria do morro de Sant’Ana (RS) em 1740, confirmada
em 1744. Filhos:
(i)
Fabiana de Ornelas, bat. Guaratinguetá, SP, 25.4.1724,
† no Triunfo, RGS, c.c. José Leite de Oliveira,
n. Braga, †19.9.1774, c.g. (ii) Rita de Menezes,
n. S. Paulo, † S. Amaro (RGS), 7.2.1801, c.c.Francisco
Xavier de Azambuja, n. S. Paulo e †Triunfo, RGS,
6.11.1768, c.g.—veja abaixo. (iii) Antonia da Costa
Barbosa, bat. Guaratinguetá, SP, 9.10.1727, c.c.Manuel
Gonçalves Meireles, n. de Portugal, †Triunfo,28.8.1777
com 70 anos, c.g. (iv) Maria Leme Barbosa, n.
Laguna (SC) e †Taquari (RGS), 23.5.1792. C. em 1747,
Viamão, c. o tenente Francisco da Silva, n.c.1705,
Portugal, e †27.10.1797, Taquari, c.g. (v) Gertrudes
Barbosa de Meneses, n.c. 1736, Viamão (RS),
†Triunfo, 16.7.1820. C.c. Luiz Vicente Pacheco de Miranda,
n.c. 1822 em Ponte do Lima (Portugal) e †Triunfo,
17.9.1802. C.g. (vi) Clara Barbosa de Meneses,
n. Viamão (RS) e †antes de 1789. C.c. José Fernandes
Petim, n. S. Maria de Abedim, Portugal, e †Porto
Alegre, 28.9.1789. C.g. (vii) Teresa Barbosa de Meneses,
n. Viamão (RS) c. 1742 e †20.10.1810. C.
25.9.1758
no Triunfo c. Agostinho Gomes Jardim,alferes,
n. do Funchal (Madeira), c. 1708, e †S. Amaro (RS),
11.6.1806. C,g. (viii) Brígida Ornelas de Meneses,
n. Viamão. C. 19.9.1763 no Triunfo (RS) c.Jacinto
Roque Pereira Guimarães, n. Guimarães (Portugal),
c.g. (ix) José Raimundo Dorneles, s.g. (x) Manuel
Dorneles, s.g. Bastardos: (i) Lourenço Dorneles de
Meneses, filho de uma índia de nome Maria Cardosa, n. em S.
José dos Pinhais e †6.12.1785, com mais de 60
anos.
C.c. Maria da Luz Lopes, c.g. (ii) Maria Esperança,
filha de Luciana da Luz, c.c. Miguel
Garcia,
com um filho.
---------------------------------------
Drummond.
The
Drummonds were loyal to Scotland and her Kings. They served the House
of Bruce
and then later the House of Stuart. For over 500 years they served, and
no
better was an ally than a Drummond. The Drummond Chiefs held some of
the
highest offices in both the government and the military. The Drummond
ladies
were of such beauty that two were crowned Queen of Scotland. It is even
rumored
that there may have been a third. Drummonds have also been known for
their
temper. In Perth in the 17th century, there was a prayer, "From the ire
of
the Drummonds, Good Lord deliver us!"
According
to legend, the Drummonds are descendent from Yorik de Marot. Yorik was
the
Royal Admiral to Hungary and a grandson of King Andrew of Hungary. It
was he
who took the perilous journey, in winter, to reach the Scottish shore
at
Stirling. It was he who delivered unto Malcolm Canmore, St. Margaret,
the
future queen of Scotland. This was in the early 11th century. The king
was
grateful and granted lands which were to become the ancestral homeland
of the
Drummonds. One source states that a Donald of Drymen fought in Malcolm
Canmore's army against MacBeth in 1056, and that this was the reason
for the
grant of lands. It may be that Yorik married into the highlands clan
and became
its chief.
The
earliest ancestor, of unbroken decent, is that of Malcolm Begg, or
"Little
Malcolm" of Drymen, who in 1225 was the Thane of Lennox. Malcolm
received
his name due to his stature. He was the Earl of Lennox's Seneschal. It
was from
this time, and the lands if Drymen, that the Clan Chiefs of Drummond
are known
as "An Drumanach Mor" - "The Great man of Drymen." It was
Malcolm's son, Sir Malcolm, that took the name Drummond.
Sir
Malcolm, in the wars with England, was their bane. In 1296, at the
Battle of
Dunbar, the English captured Malcolm and sent him to London. Sir
Malcolm was
released only after swearing allegiance to the King and promising to
fight with
the English in France. It wasn't long before Malcolm was once again in
Scotland
and causing trouble for the English. In 1301 he was captured again to
the great
joy of King Edward I.
Sir
Malcolm II, son of Malcolm, was the hero of Bannockburn in 1314. It was
he,
after realizing that the Scots would not be able to withstand the
charge of the
cavalry, who took matters into his own hands by having the ground
between his
men and the English heavy cavalry strewn with caltrops. These are small
iron
devices with four sharp points, not unlike the jacks kids play with
today. The
English horses were brought down by these, and as the mounted soldiers
lay
helpless, they were killed by the waiting Clans. It was this ingenuity
that
gave the Drummond Chiefs the right to display caltrops on a field of
green
beneath the Chief's shield. King Robert the Bruce also rewarded Malcolm
with
extensive lands near Perth for this service.
In 1345,
Sir John Drummond married the Maid of Monfichets. With the marriage
came the
estates of Stobhall on the river Tay, which have remained in the family
since
and is the residence of the present Chief. It has also been the home of
two
Scottish Queens and a royal mistress.
Margaret,
sister of John Drummond, won the heart of King David II, who was the
son of
Robert the Bruce. They were married in 1363, and she was crowned queen.
In 1366
Annabella the beautiful, daughter of Sir John Drummond, became the wife
of John
Stewart of Kyle. John was crowned Robert III, the second Stewart King.
She was
also the mother of James I. The royal families of Scotland and England
claim
their heritage from Robert and Annabella.
In 1491
Drummond Castle was built 25 miles from Stobhall, and 3 1/2 miles from
Crieff.
It is now the residence of Lady Willoughby de Eresby, a descendent of
Sir John
Drummond through the female line. Its castle gardens are sometimes
called the
pride and jewel of the highlands.
In 1498,
the first Lord Drummond of Drummond received the Barony of Drummond
which
remained in the family until 1605, when the estates were sold.
In 1589
John Drummond was appointed Royal Forester of Glenartney. It was in
this post
that he had the ears of some MacGregor (one account says MacDonalds)
poachers
cropped. Clan MacGregor swore revenge and attacked Drummond and chopped
off his
head. They then proceeded to John's sisters residence, burst in, and
demanded
bread and cheese. The MacGregors then unwrapped John's head and crammed
its
mouth full. The feud between the two clans lasted for over a century.
Near the
end of the 1500's, another Drummond, Margaret the fair, enraptured King
James
IV. She was, to him, "The diamond of Delight." Because of his love
for her, James originally declined the marriage to Mary Tudor, daughter
of the
King of England, Henry VII. It is rumored that James had indeed married
Margaret and was to have her crowned Queen of Scotland. The nobles,
mostly
lowlanders and border Lords, feared that the Drummonds were becoming
too
powerful. They decided that Margaret must die, thus forcing James to
marry the
Tudor Princess. Margaret, and her two sisters, were poisoned. Shortly
after, James
married Mary Tudor, which made way for the union of the Scottish and
English
Crowns a century later.
In 1605,
after James had been crowned King of Both England and Scotland, he
elevated the
Drummond Chief to that of the Earl of Perth.
Around
1650, the Drummonds were removed from Drummond Castle to Stobhall for
their
loyalty to Charles I. After leaving, Drummond Castle was garrisoned by
Cromwell's troops.
During
the Cromwell protectorate, Sir William Drummond was Governor of
Smolensk in
Muscovy. After his exile he had the dubious honor of bringing thumb
screws back
with him to Scotland.
In 1689,
as the Highlands rose behind the Stuart flag, the Drummonds followed
Bonnie
Dundee into battle. At the battle of Killiecrankie the clan army
attacked the
English as it marched into the pass. Of the 3,000 English who went into
the
pass only 500 made it out alive. When the rising was surprised, the
Earl of
Perth was captured and imprisoned at Kircaldy till 1693. After that, he
and his
brother followed James VII into exile. For their service to James, they
were
elevated to Dukes. The Duke of Perth was then made a Knight of the
Golden
Fleece, the highest order of knighthood in Spain.
By the
end of the 17th century, the Drummonds were the most powerful Clan in
Scotland.
The Earl of Perth was Lord Chancellor; his brother, the Earl of
Melfort, was
Secretary of State. Their cousin, General Sir William Drummond, created
Viscount Strathallan, was commander-in-chief of the army in Scotland.
The first
Duke of Perth was also awarded the Knight of the Garter for his service
to
James VII.
The
Drummonds supported the Stuarts until the end. They helped in the
uprising of
1715 and again in 1745. In 1746, the Highland Clans followed Bonnie
Prince
Charlie to Culloden, to fight for the Stuarts for the last time. The
Drummonds
were at the fore, with the Duke of Perth and his brother, the Duke of
Melfort,
commanding the left wing and the center of the battle line. However,
within two
hours, the clan army had been destroyed by the Hanoverian army. The
Duke of
Perth followed the Prince into exile. John also went with them but died
during
the voyage due to his wounds. The Viscount of Strathallan was mortally
wounded
while rallying the cavalry. Even the Duchess of Perth was imprisoned
for having
sheltered Prince Charlie at Drummond Castle. She stayed there until her
death
in 1773. Loyalty had cost them everything.
It
wasn't until 1784 that the Drummonds were restored to their lands. It
wasn't
until the 1830's that they received back their old titles.
-----------------------------------------------
O texto
abaixo discute a possível origem dos Drummonds no clã
Galbrath/Galbraith, devido à provada filiação de
um
Malcolm Beg, senescal de Lennox, em começos do século
XIII, num Galbrath. (O texto vai contra tal hipótese, que noentanto
é aceita pela maior parte dos historiadores.)
-----------------------
Date:
Mon, 20 May 2002 11:58:55 -0300
From:
"Peter A. Kincaid" at "kincaidp@n..."
Subject:
[KINCAID] Corrections to Dr. H. C. Kincaid
work -
1st
post.
To:
KINCAID-L@r...
Reply-to:
KINCAID-L@r...
Essay on
the Errors of Dr. Herbert Clark Kincaid
The
Kincaid surname originates in the Parish of Campsie,
Stirlingshire (County Stirling), Scotland. It is certain
that a family took on the name of the lands of Kincaid in that
parish. The spelling Kincaid is a modern version of an old native
name. Current thinking is that it is Cumric (Brythonic) in origin.
Regardless, all Kincaids of Caucasian descent originated
from this area and different spellings emerged. Thus, most of us
Kincaids have a keen interest in the early Kincaids in Scotland
and various attempts have been made to write a history of the
family there.
The most
popular paper on the early history of the Kincaids
in Scotland was written by Dr. Herbert Clark Kincaid in the
1940s. He was a fellow of the Institute of American Genealogy and
member of the National Genealogical Society. His work was repeated
in a number of other Kincaid genealogies; including Eugene
Davis Kincaid III's "The Origin and Lineage of the Ancient Family
of Kincaid of that Ilk with selected American descents" (being
an update of his "A Genealogical History of the Name of Kincaid
with certain descents) and James Kimble Young's "Kincaid Family
Researches at Random - In Scotland - Ireland - Pennsylvania
- Virginia - Kentucky and Illinois." The former work got
support from the Clan Kincaid Society in Steve Kincaid's"Kincaid
Combined Genealogies"
The
Scottish genealogy given by Dr. Kincaid is quite similar
to that presented by Laura Blake of Kincaid, West Virginia
who cites Peter Kincaid of Scotland as her source. This would be Peter
Kincaid of Mid-Muckcroft Cottage, Milton of Campsie, Stirlingshire,
Scotland who conducted his research in the
early 1900s. It seems that Dr. Kincaid, Laura Blake and other
subsequent American genealogists were transcribers of the
research of Peter Kincaid of Mid-Muckroft.Unfortunately,
these works contain errors which get compounded as other researchers
use these sources. In some sources the errors can be treated
as misinformation while in other sources the errors have
accumulated
enough to be genealogical garbage (perhaps a harsh statement
but in effect perhaps appropriate).
Thus, it
is ironic that another Peter Kincaid, myself, will try to point
out the accumulated errors by drawing on theoriginal
sources to post corrections to the work of Dr. Kincaid and successors.
In all
instances the sources will be given. Dr.
Kincaid begins his genealogy with the early line of the Earls
of
Lennox. This is a fairly well documented family; albeit some mysteries
still remain which will likely not be resolved.Commentary
on this family can be found in "Cartularium Comitatus
de Levenax: Ab Initio Seculi Decimi Tertii Usque Ad Annum
M.CCC.XCVIII" (Edinburgh: Maitland Club, 1833) andWilliam
Fraser's "The Lennox" (Edinburgh: n.p., 1874). An excellent
legal case relating to the family was prepared by Robert
Hamilton in his "Case of Margaret Lennox of Woodhead, in relation
to The Title, Honours, and Dignity of the Ancient Earls of Levenax
or Lennox" (Edinburgh: Alex. Lawrie and Company, 1813). However,
"The Complete Peerage" (London: The St Catherine
Press,
1929) brings together various thoughts in an excellent well documented
review of the family origins. This is available in most
large libraries and I prefer to refer researchers to this source
in relation to the early Earls of Lennox.
The
first error given by Dr. Kincaid us that he refers to the
first of the Galbraith family as being "Gilipaspic Galbaith,
4th Earl of Lennox." The Galbraiths were never Earls of
Lennox.
The 4th Earl of Lennox was Malcolm son of Malcolm son of Maldouen,
3rd Earl of Lennox, son of Alwyn, 2nd Earl of Lennox,son of
Alwyn, 1st Earl of Lennox. So as not to be confusedaldouen's
son Malcolm died before he did so he was succeeded by his
grandson Malcolm. The Galbraith that Dr. Kincaid was referring
to was a nephew of the Alwyn, the second Earl of Lennox
as he was noted as "Gillescop Galbrad nepote nostro" when he witnessed
the Earl's grant of the Church of Campie between 1208 &1214
(see charter no. 101 in "Registrum Episcopatus Glasguensis,"
Edinburgh, 1843). It is speculation on how he was the nephew
of the Earl. Dr. Kincaid assumed he was of the direct line but
he could have easily be related through the wife of the Earl. He
also appears a witness to a charter by Maldouen, Earl of
Lennox to Umfrido de Kilpatrick of the lands of Colquhoun
as "Gillaspec Galbraith" (see charter no. 22 in "Cartularium
Comitatus de Levenax: Ab Initio Seculi Decimi Tertii Usque Ad
Annum M.CCC.XCVIII", Edinburgh: Maitland Club, 1833).
Galbrad
means the Briton or son of the Briton so Gillescop Galbrad
literally means Gillescop the Briton or son of the
Briton. Gillescop had a brother Roderick as is made clear in
the witness list of a charter circa 1224 by Maldouen, Earl of
Lennox which lists "Gillescopo Galbrat, Rodrico fratre suo" (see p.
213 in "Registrum Monasterii de Passelet," Edinburgh,1832)
and another charter circa 1224 by the same Earl which lists
"Gillescop Gallebrad, Rochero fratre ejus (see p. 217 in
"Registrum
Monasterii de Passelet," Edinburgh, 1832) . In a circa
1199 charter by Alwyn, Earl of Lennox to the Church of Kilpatrick,
Roderick is noted as "Rodarco nepote me" (see p. 157
in
"Registrum Monasterii de Passelet," Edinburgh, 1832).
There is
overlooked evidence that Gillescop had sons Malcolm and Roderick.
A 1208-1214 charter by Alwyn, Earl of Lennox of the Church
of Campsie is witnessed by "Gillescop Galbrad
nepote
nostro" and is also witnessed by Malcolm "filioGillescop"
(see charter no. 101 in "Registrum Episcopatus Glasguensis,"
Edinburgh, 1843). For those who are unaware: filio is Latin
for son of; fratre is brother of; nepote is nephew of..
The
relationship between Malcolm and Gillescop is further
supported
by the next charter, circa 1208-1214, which is
witnessed
by "Gillescop Galbrath * Malcolmus beg filius
gilascop"
(see charter no. 102 in "Registrum Episcopatus
Glasguensis,"
Edinburgh, 1843). The circa 1233
statement
"Rotheric Beg de Carric juratus, concordat in omnibus
cum
Malcolmo Beg fratre ipsius" suggests that Malcolm Beg
had a
brother Roderick (see p. 168 in "Registrum Monasterii
de
Passelet," Edinburgh, 1832). It makes sense in that
since
Gillescop had a brother Roderick that he would name a
son
Roderick. Regarding "Rotheric Beg de Carric" it has
been
noted that there is a charter by Raderic Mac Gillescop
of lands
in Carric to the abbey of Melrose (the reference given
being in
volume I, p. 29 of "Liber Sancte Marie de Melros:
Munimenta
Vetustiora Monasterii Cisterciensis De Melros,"
Edinburgh,
Bannatyne Club, 1837). This was said to be early in
the
reign of King William the Lion. King William reigned from 1165
to 1214
so this latter Raderic would not fit in the time line.
Given
the 1199 instrument Roderick had to have been
born
before 1179. Given the 1208 to 1214 charters Gillescop was
at least
before 1193. As "Malcolmus beg filius gilascop" also
signed
the 1208-1214 charters then this would place Gillescop as
born
before 1173. As he was alive circa 1224 then this is
possible
as he would have been 51. The Raderic Mac Gillescop would
have to
be another person as Gillescop Galbrad would have been
too old
for the 1224 charter to be the father of this Raderic. It
may fit
if the reference to Raderic was in the latter part of
the
reign of King William. It is more likely that this Raderic
is not
Roderic Beg but it would be possible that he was
Roderic
the brother of Gillescop Galbrad.
It
should be elaborated here who this Malcolm Beg is
or who
he is claimed to be. He is claimed to be the founder of the
illustrious
Drummond Clan which produced a couple of
Queens
of Scotland. The name appears from 1225 to 1250 which is
the
period allotted to Earl Maldouen (see charters nos. 4, 11,
12, 204,
205, 206, & 207 in William Fraser's "The Lennox",
Edinburgh:
n.p., 1874 and charters nos. 11, 13, 17, 22, 34, 35,
addendum
7, add. 8, & add. 9 in "Cartularium Comitatus de Levenax: Ab
Initio
Seculi Decimi Tertii Usque Ad Annum M.CCC.XCVIII",
Edinburgh:
Maitland Club, 1833).). Malcolm de Drummund on the
other
hand only starts appearing in the time of Malcolm Earl of
Lennox
(see charter no. 14, 15 in William Fraser's "The Lennox",
Edinburgh:
n.p., 1874 and pages 15, 16, 30, 39, 40, 43, 46, 81,
84,
& 86 in "Cartularium Comitatus de Levenax: Ab Initio Seculi
Decimi
Tertii Usque Ad Annum M.CCC.XCVIII", Edinburgh: Maitland
Club,
1833).
I have
not been satisfied with the connection between
the
Drummonds and Malcolm Beg. In the "Index Locorum
Discrepantium"
relating to charter no. 22 in "Cartularium Comitatus
de
Levenax: Ab Initio Seculi Decimi Tertii Usque Ad Annum
M.CCC.XCVIII"
(Edinburgh: Maitland Club, 1833), he is noted as
Malcolmo
Beg Drumane camerario. It appears to me that the editors
thought
to note this as a discrepancy rather than change the
wording
of the charter. Regardless, in no other case is he referred
to as
anything other than Malcolm Beg; certainly camerario
(ie.
Chamberlain) appears no where. One suspects a later period revision.
There is
a charter by Malcolm Earl of Lennox to Christian and
Margaret
Drummond daughters of John of Drummond of lands
of Sir
Malmore Hog their grandfather (see charter no. 46 in
"Cartularium
Comitatus de Levenax: Ab Initio Seculi Decimi
Tertii
Usque Ad Annum M.CCC.XCVIII", Edinburgh: Maitland
Club,
1833). Perhaps some have thought this to be a
misspelling
of Malcolm Beg. However, this is a person as one
Malmor
Hoge appears with Malcolmum de Drummond as witnesses in an
instrument
in the time of Malcolm Earl of Lennox (see p. 203 in
"Registrum
Monasterii de Passelet," Edinburgh, 1832). Malcolm
Beg did
have a son John who appears around 1248 (see
charter
no. 10 in William Fraser's "The Lennox", Edinburgh:
n.p.,
1874 and charter no. 35 in "Cartularium Comitatus de
Levenax:
Ab Initio Seculi Decimi Tertii Usque Ad Annum
M.CCC.XCVIII",
Edinburgh: Maitland Club, 1833) so perhaps some have
also
linked the familes on this weak evidence.
Certainly
Macolm Beg was an important person because he appears
regularly
in charters of the period (ie. the period of Maldouen,
Earl of
Lennox). As a son of Gillescop Galbrad this is
understandable
since his father would have been a cousin of the
Earl. It
is also claimed that Malcolm Beg was Seneschal (ie.
Steward)
of the Lennox but I have not found the reference
indicating
this. One Absalon was certainly seneschal
in the
period of Maldouen, Earl of Lennox (see charter no. 12 in
"Cartularium
Comitatus de Levenax: Ab Initio Seculi
Decimi
Tertii Usque Ad Annum M.CCC.XCVIII", Edinburgh: Maitland
Club,
1833) as well as Maurice filio Galbrait ("Calendar of Documents
relating
to Scotland Henry III," 1263) and Patrick Galbraith
was
seneschal in the period of Malcolm, Earl of Lennox
(see
charter no. 48 in "Cartularium Comitatus de Levenax: Ab Initio
Seculi
Decimi Tertii Usque Ad Annum M.CCC.XCVIII", Edinburgh:
Maitland
Club, 1833).
While
various claims have been made about the
Galbraith
and Drummond origins the information I have reviewed
raises
questions. In terms of the Drummonds others have pointed out some
of the
errors. While Dr. Kincaid did not deal with the
Drummonds
it seems appropriate to elaborate on Malcolm Beg.
Whether
or not Malcolm Beg was the founder of the Drummond, my belief
is that
Malcolm Beg was a son of Gillescop Galbrad; at least
Malcom
Beg and Roderick Beg are the only two people that have
good
evidence of being sons of Gillescop Galbraith.
Returning
to the Galbraiths, Dr. Kincaid, etc. notes Arthur as
son of
Gillescop and then his son as William. He states
"William,
who had acquired the Kyncade land by inheritance and
marriage,
took the name Kyncade ... Historians generally consider
him the
authentic founder of the name." There seems
to be a
stretch as nothing says Arthur was the son of
Gillescop
and certainly nothing to link the Kincaids back further
that
William of Kincaid of Craiglockhart of the 1440s . In
fairness
though, Dr. Kincaid is not the only one to make this
assertion.
The assertion that William Galbraith was the founder of the
Kincaids
comes from a charter to "Wilielmo filio Arthuri filii
Galbrait"
(ie. William son of Arthur son of Galbrait)
of the
lands of Kyncaith on March 2, 1238 (see Charter no. 29
in
"Cartularium Comitatus de Levenax: Ab Initio Seculi
Decimi
Tertii Usque Ad Annum M.CCC.XCVIII," Edinburgh: Maitland
Club,
1833). Also witnessing this 1238 charter was "Mauritio filio
Galbraith"
This Maurice as "Mauritio filio Galbraith" was later
granted
the lands of Cartonvenach later; referred to as
Gartconnel;
(see charter no. 24 in "Cartularium Comitatus de Levenax:
Ab
Initio Seculi Decimi Tertii Usque Ad Annum M.CCC.XCVIII,"
Edinburgh:
Maitland Club, 1833). It is asserted that this
Maurice
and his son Arthur also got the lands of Auchencloich based on
the
wording of the grant being to "Mauritio filio
Gillaspic
Galbraith et Arthuro filio suo" (see charter no. 25 in
"Cartularium
Comitatus de Levenax: Ab Initio Seculi Decimi Tertii
Usque Ad
Annum M.CCC.XCVIII, Edinburgh: Maitland Club, 1833).
Certainly
William's father Arthur and Maurice were brothers and
their
father was "Galbrait." That he was the son of
Gillaspic
or Gillescop is inferred by the charter of the lands of
Auchencloich.
This is probably reinforced by later
instruments
to Maurice's son Arthur which refers to the lands of
Cartonvenach
(see charters nos. 27 & 28 in "Cartularium Comitatus
de
Levenax: Ab Initio Seculi Decimi Tertii Usque Ad Annum
M.CCC.XCVIII,
Edinburgh: Maitland Club, 1833). However, the wording
is
"propinquior est terre de Cartonewene" which is near
not in
the lands. Thus, we are not dealing with the Gartconnel
lands
but lands next to them. The William son of Arthur son of
Galbrait
(ie. the Briton) was certainly the nephew of Maurice
of
Gartconnell but in my opinion it is somewhat weak that
he was
the grandson of Gillescop.
From
here I refer to the information I have posted at:
http://www.alphalink.com.au/~kincaid/origins.htm
for more
information on William Galbraith. Suffice
it to
say that he married a daughter of Sir John "the
Red"
Comyn of Badenoch and his heir was William who married
a
daughter of Sir William "Long Leg" Douglas. The son
William's
line ended in 4 daughters of which Johanna
marrried
a Keith. It is through her that I believe that 1/4 of
the
lands of Kincaid ended up in the hands of David de
Hamilton
who married Joneta de Keth. What is interesting is
that Sir
William Galbraith appears to also had a son Patrick
who
ended up with a good part of the lands in Kincaid around 1280
(see
charter no. 31 in "Cartularium Comitatus de
Levenax:
Ab Initio Seculi Decimi Tertii Usque Ad Annum
M.CCC.XCVIII,
Edinburgh: Maitland Club, 1833). From here we get a
dead end
as it is uncertain what happened to Patrick
Galbraith's
land. The lands of Kincaid ended up in the hands of
the
Kincaids by the 1440s but at that point they were vassals to
the
Hamiltons of Bardowie. They could have be descendants of
Patrick
Galbraith but this is speculation.
In terms
of the the tree given by Dr. Kincaid, etc. he
has no.
7 as Gilipaspic Galbraith, 4th Earl of Lennox. As I
noted
the Galbraith's were never Earls. He gives no. 8 as
Arthur
and no. 9 as William. Sir Willam Galbraith was indeed a son of
Arthur
who was the son of Galbrait. Arthur may or may not have
been
Gillecop Galbrad's son. Dr. Kincaid gives Arthur as
no. 10
but this is Maurice Galbraith of Gartconnel's son. For
no. 11
he gives Patrick. This would certainly be the Patrick
Galbraith
of the 1280 charter who appears to be a younger son of
Sir
William Galbraith of Kincaid and Baldernock. Dr. Kincaid seems
to think
that he was of the line of the Galbraiths of
Gartconnel.
There was a Patrick Kincaid of the Gartconnel line. The
1280
Patrick has to be of one of the lines and not both as Dr.
Kincaid
places him.
Peter A.
Kincaid
Hampton,
NB, Canada
=====
Francisco
Antonio Doria
==================================================================
De:
Francisco Antonio Doria
<doria_gen@y...>
Data:
Ter Out 29, 2002 6:28 pm
Assunto: Drummonds de Minas até Carlos Drummond
de
Andrade.
A
primeira parte (Escócia) vem de fontes tradicionais
(_Scots
Peerage_, etc) e de uma discussão na gen-med;
a
segunda, do livro do J. Tavares Drummond, do CBG.
----------
Apesar
do que P. Kincaid diz acima, não há dúvidas sobre
a filiação de Malcolm Beg
Drummond em Gilbert ``Galbraid,'' e sobre o parentesco de ambos aos
Condes de
Lennox, a quem servem como senescais.
A origem
dos Drummonds seria assim: Malcolm Beg era filho de
Gillescop
[Gilbert] Galbread/Galbraith, sobrinho de Maldouin, Conde de Lennox e
primo
direito de Malcolm, Conde de Lennox; e neto materno (Malcolm Beg) de
Alwyn,
Conde de Lennox. Malcolm Beg teve irmãos: um Roderick, e um
Maurice. Gillescop
Galbread nascera em 1173, e ainda estava vivo em 1223. O pai de
Gillescop —
Gillescop tinha também um
irmão
Roderick — poderia ser um Maurice, o que está de acordo com o
pedigree tradicional.
E Malcolm Beg Drummond pode ter-se casado com uma prima direita, Ada,
filha de
Maldouin, Conde de Lennox, também como está no pedigree
usual da família.
1.
Malcolm `Beg' Drummond, documented in the 13th
century.
Children:
-
Malcolm (II), follows.
-
Gilbert, probably killed at Dupplin in 1332.
2,
Malcolm (II) Drummond (recorded as Malcolmo de
Drummond)
had issue:
- John;
follows.
-
Maurice, coroner of the earldom of Lennox.
-
Margaret, queen of Scotland; first married Sir John
Logie
and then King David II of Scotland.
3. John
Drummond, `of Concraig,' had issue by Mary
Montfichet,
d. of William Montfichet and gggdaughter
(or
gggniece) of Richard de Montfichet, a baron who
was a
Magna Charta Surety in 1215. Issue;
-
Malcolm (III), who had a permission from Robert III
to build
a stronghold in the lands of Kyndrocht;
- Sir
John, follows.
-
Annabella Drummond, Robert III's Queen and
ancestress
of the later Kings of Scotland.
4. Sir
John Drummond married Elizabeth Sinclair, d. of
Henry
Sinclair, earl of Orkney, and of Jane
Haliburton,
and had: Sir Walter Drummond, ancestor of
the main
Drummond line, and John Drummond, who settled
in the
Madeira.
5. John
Drummond, alias João Escócio, settled in the
Madeira
c. 1430 and m. Branca Afonso. Next:
6.
Beatriz Escócia * Ilha da Madeira por volta de 1445
e + ali
a 2.4.1527. (fez testamento, já velha e viúva
a
20.1.1516) Casou por volta de 1475 com Antão Álvaro
(ou
Alves) de Carvalho cavalheiro de nobre famíliar,
filho de
Gil de Carvalho, capitão na Índia e de Maria
Anes de
Loureiro. Fixaram residência na Ilha da
Madeira,
estabelecendo-se na Vila de Santa Cruz, no
Solar da
Quinta de São Gil.
Pais de
7 filhos entre os quais:
7. Gil
de Carvalho, sucessor de seus pais. Fidalgo da
Casa
Real, serviu na Índia onde foi capitão. Casou em
1525 com
Maria Favela (ou Favila), filha de Fernão
Favela e
Beatriz Pires.
Pais de
4 filhos entre os quais:
8.
Álvaro de Carvalho, sucessor na casa. Casou em
Santa
Cruz, a 1.4.1550 com Maria Góes e Mendonça,
filha de
Rafael de Góes e Antonia de Mendonça. Pais de
2 filhos
entre os quais:
9.
Sebastião de Carvalho e Mendonça. Justificou a
ascendência
em 1611. Casou por volta de 1576 com
Beatriz
da Costa.
Pais de
3 filhos entre os quais:
10.
Sebastião de Carvalho e Mendonça, sucessor no dito
morgado
de São Gil. Casou na Ilha da Madeira (Sé Lº
8.º) a
27.5.1602 com Izabel Serrão, filha de Antonio
Gonçalves
Viana e de Izabel Souza Gomes. Pais de:
11.
Sebastião Gil de Carvalho. Casado em Santa Cruz
(Lº 4.º)
a 26.10.1628, com Maria da Costa, filha de
Pedro
Jorge de Arvelos e de Izabel de Souza. Pais de 7
filhos
entre os quais:
12.
Sebastião de Carvalho Drummond. Casado com Joana
da
Costa, filha de Manuel da Costa Jardim e de Maria
Nunes de
Silva.
Pais de,
dentre outros:
13.
Antonio de Carvalho Drummond, n. em Funchal (Sé),
e
faleceu. Casado em 1711 com Inácia Micaéla de
Freitas
Henriques, n. em Funchal (Sé) e fal., filha de
Matias
de Freitas Henriques, o Mercador, e de Andreza
Henriques.
Pais de
entre outros:
14.
Antonio João de Freitas Carvalho Drummond, que
continua,
iniciador do Grande Ramo Mineiro. Recebeu a
seguinte
carta de brasão:
Dona
Maria. Por graça de Deus Rainha de Portugal e dos
Algarves
d'aquém e d'além mar, em África Senhora de
Guiné, e
da Conquista Navegação e Comércio da
Etiópia,
Arábia e
Pérsia e da Índia.
Faço
saber aos que esta minha carta de brazão de armas
de
nobreza e fidalguia virem que Antonio João de
Freitas
Carvalho Drummond, Guarda-mór das terras e
águas
minerais da Freguesia de São Miguel de Antonio
Dias, Comarca
do Rio das Velhas, onde é morador, e
natural
da cidade de Funchal, da Ilha da Madeira, me
fez
petição dizendo que, pela sentença de
justificação
de sua
nobreza, a ela junta, proferida pelo meu
desembargador
do Civil e da Côrte e Casa da
Suplicação,
o doutor Alexandre Ferreira Castello,
subscrita
por Cipriano Antonio Rodrigues Neves,
escrivão
do mesmo Juízo, e pelos documentos nela
incorporados
se mostrava que ele é filho legítimo do
capitão
Antonio Carvalho Drummond e de sua mulher d.
Inácia
Micaéla de Freitas Henriques, neto pela parte
paterna
de Sebastião Carvalho e de sua mulher d. Joana
da
Costa. E pela materna de Matias de Freitas e de sua
mulher
Andreza Henriques. Os quais seus pais e mais
ascendentes,
que foram pessoas muito nobres das
famílias
dos apelidos de Carvalhos, Costas, Freitas e
Henriques,
dêste Reino, e como tais se trataram com
muita
ostentação a lei da nobreza, com cavalos e
criados.
Cujo tratamento conserva êle suplicante, sem
que em
tempo algum cometesse crime de lesa Majestade
Divina
ou humana. Pelo que me pedia por mercê que,
para
memória de seus progenitores se não perder a
clareza
de sua antiga nobreza, se lhe mandasse dar a
minha
carta de brasão de armas das ditas famílias para
delas
também usar, na forma que a trouxeram e foram
concedidas
aos ditos seus Progenitores.
E vista
por mim a dita sua petição, sentença e
documentos
das mencionadas famílias, lhe mandei passar
esta
carta de brasão, delas, na forma que aqui são
brasonadas,
divididas e iluminadas, com côres e
metais,
segundo se acham registradas no livro de
registros
das armas da nobreza e fidalguia, que têm
Portugal,
meu principal Rei de armas. A saber;
Um
escudo esquartelado — No primeiro quartel as armas
dos
Carvalhos, no segundo as dos Costas, no terceiro
as dos
Freitas e no quarto as dos Henriques. Brasão
passado
a 22 de maio de 1782. (ver Revista do
Instituto
de Estudos Genealógicos — pág. 52).
Possuo
uma cópia de uma pública-forma dessa carta de
brasão.
Nesse documento, não oficial, está escrito que
a
pública-forma foi passada na cidade de Itabira do
Mato
Dentro, Comarca de Piracicaba, em 3.1.1878. Diz
também,
que a carta de brasão original acha-se
registrada
no Lº 15.º, 88, de registros de semelhantes
papéis,
de Vila Nova da Rainha, hoje Caeté, em
27.11.1808.
"O
ramo mineiro da Família Drummond, conhecido como os
Drummond
de Itabira, teve início no século XVIII,
quando o
capitão Antonio Carvalho Drummond foi nomeado
guarda-mór
das terras de São Miguel de Antonio Dias,
na
comarca do Rio das Velhas. Viera da Ilha da
Madeira,
fixando-se em Minas Gerais. Obteve carta de
brasão
de armas e fidalguia passada a 22 de maio de
1782,
como neto em sétimo grau de d. João Escócio de
Drummond,
neto em sétimo grau do 5.º morgado de São
Gil,
instituído em 1516, e sobrinho do Morgado da
Bemposta.
"Adquiriu
vasta propriedade agrícola em Itabira do
Mato
Dentro, denominada Fazenda Drummond, que legou
aos seus
descendentes, entre os quais se contam o
desembargador
João Batista de Carvalho Drummond, o
coronel
Cantídio Drummond, o de Drummond e o poeta
Carlos
Drummond de Andrade." (Transcrito de Folha da
Manhã,
de 2.6.57, de São Paulo).
Antonio
João de Freitas Carvalho Drummond * Funchal em
torno de
1752. Ao chegar ao Brasil, vindo da Madeira,
deve ter
percorrido o caminho traçado pelo
sargento-mór
Manoel Vieira na sua Carta Topográfica do
Rio de
Janeiro, de 1767, o mais provável para se
chegar à
Capitania de Minas Gerais. Esse caminho para
quem
partisse do Rio de Janeiro, passava inicialmente
pelas
freguesias de São Tiago de Inhaúma e N. S. da
Apresenção
de Irajá. Após atravessar vários rios
encontrava-se
o viajante na freguesia de Santo Antonio
de
Jacutinga para, em seguida, atravessar um afluente
do rio
Aguaçú. Desembocava, assim, no Engenho
Madureira.
Outros rios eram atravessados. Surgia,
então, a
freguesia de Sacra Família e um lugarejo, Páu
Grande,
encontro de outro caminho sul-norte que vinha
de N. S.
do Pilar. Mais adiante encontrava o viajante
o
caminho que vinha da Capela e Porto de N. S: da
Estrela,
muito usado, também, por quem partisse do Rio
de
Janeiro. Daí atravessava o Rio Paraíba passando
pela
freguesia de São Pedro e São Paulo, da Paraíba.
Seguiam-se,
depois interminavelmente: Registro de
Paraibuna,
Três Irmãos, Registro de Matias Barbosa,
Marmelo,
Juiz de Fora, Alcaide Mór, etc. Daí em diante
o mapa é
omisso. Vamo-nos socorrer do livro de José
Ferreira
Carrato "As Minas Gerais do século XVIII e os
primórdios
do Caraça". Sabe-se por ele que o caminho
passava
por um lugar denominado Borda do Campo, uma
légua
distante de Barbacena, vindo do Rio de Janeiro,
isto,
depois de Ouro Branco (ob. cit. pág. 246). Este
caminho,
segundo testemunhos diversos, não era mais
que uma
picada.
Seguindo
esse Caminho Novo ou Real nosso patriarca
mineiro
deve ter atingido a freguesia de São Miguel de
Piracicaba,
onde estabeleceu morada, exercendo o cargo
de
guarda-mór.
A
função
de guarda-mór vem definida no "Manual do
Guarda-Mór",
composto por Manuel José Pires da Silva
Pontes
(R.A.P.M., VII). Ao GM competia a fiscalizagão
geral do
serviqo das minas e, na escala hierárquica do
pessoal
que as administrava, vinha logo, abaixo do
Provedor,
tendo sob sua direção os guardas da região.
Podia o
GM "nomear prepostos seus em paragens
afastadas,
onde por si mesmo não pudesse ele cumprir
os
deveres de seu cargo" (Rocha Pombo, III, Cap. II).
Freguesia
muito antiga, data São Miguel de Piracicaba
de 1716
(R.A.P.M., VII, 757). Por lá chegou nosso
Drummond
em torno de 1775. Daí a família expandiu-se
pelas
freguesias vizinhas: Santo Antonio do Ribeirão
de Santa
Bárbara (ribeirão esse afluente do rio
Piracicaba),
Capela de São José da Lagoa (hoje Nova
Era)
filial de São Miguel, N. S. de Nazaré de Antonio
Dias e
Capela da Senhora do Rosário de Itabira, filial
de Santo
Antonio do Ribeirão de Santa Bárbara.
O
guarda-mór Antonio João de Freitas Carvalho Drummond
casou-se
com Maria Joaquina Gomes de Abreu (* mais ou
menos
entre 1755 e 1762), filha de Antonio Gomes de
Abreu,
natural de Santa Cruz, termo de Ponte do Lima,
comarca
de Valença do Minho, e de Maria Ferreira
Roriz,
natural de Santa Bárbara do Mato Dentro (ver
Velhos
Troncos Mineiros - Cônego Trindade - vol. I,
pag.
317). Pais de:
-------------------------------------
Florença/Salviati
(Madeira).
Devo
esta linha a Miguel de França Doria:
1.
Gottifredo Salviati, vivia no século XII. P.d.:
2.
Forese Salviati. P.d.:
3.
Guglielmo Salviati. P.d.:
4.
Salvio Salviati, médico, vivia no fim do século XIII.
P.d.:
5. Lotto
Salviati, jurisconsulto, começos do século XIV. P.d.:
6.
Francesco Salviati, juiz. Pai de:
7.
Alamanno Salviati, juiz. C.c. Contessina Bonfiglioli; pais de:
8.
Jacopo Salviati. De sua segunda mulher Dianora Petribuoni teve:
9.
Bernardo Salviati, n. 1397. C.c. Lisavetta Borromei. P.d.:
10.
Jacopo Salviati. E' um dos conjurados que, em 26.4.1478 assassinam
Giuliano de'
Medici durante a missa, em Florença. E' executado no mesmo dia.
C.c. Nanna
Pepi. P.d.:
11.
Giovanni Salviati, que foge para a Madeira em 1478. C.g.:
Florenças.
---------------------------------------------------------
Grimaldi,
com descendentes
nos Azeredos Coutinhos.
1.
Otto Canella,
Consul de Genova 1133, +antes de 1143. P.d.:
2.
Grimaldo I
Canella, Consul de Genova, fl 1162, +1184. P.d.:
3.
Oberto Grimaldi,
`Commissario' de Genova em 1188, +1252; c.c.
Corradine
Spinola.
P.d.:
4.
Grimaldo II
Grimaldi (c. 1210 - +após 1257); c.c. Orietta, filha de
Merle
di Castro.
P.d.:
5.
Lanfranco
Grimaldi, Vicarius francês na Provença, +1293/1309. C.c.
(1281)
Aurelia del
Caretto (1254 - 1307). P.d.:
6.
Andarò (Andalò)
Grimaldi, Signore di Val de Massa. C.c. Astruge,
Baronesa
de Bueil,
filha de Guillaume Rostang. P.d.:
7.
Barnabeu, Barão
de Bueil, sr. du Val de Massa; c.c. Beatrix ou
Maria,
filha de
Guillaume de Glandevez, sr de Cuers. P.d.:
8.
Jean, Barão de
Bueil, sr. du Val de Massa. P.d.:
9.
Pierre, Barão de
Bueil, sr. du Val de Massa. P.d.:
10.
Jacques, Barão
de Bueil, sr. du Val de Massa; c.c. Caterina del
Carretto.
P.d.:
11.
Honoré I, Barão
de Bueil; 1, c.c.: Battistina Fregoso; 2, c.c.:
Bartolommea
di Ceva.
P.d.:
12.
Catherine
(Caterina, sem leito especificado), c.c. Pedro Correa.
C.g.
nos Azeredos
Coutinhos.
Vasco
Fernandes
Coutinho foi donatário do Espírito Santo Com cinco
irmãos
legítimos e
um bastardo, tornou-se donatário da capitania do
Espírito
Santo em
1535. C.c. Maria do Campo, filha de André do Campo,
sr.
de Erra
(Alentejo), c.g. extinta. Deixou, no entanto, um bastardo,
que
o sucedeu na
capitania:
O
bastardo, também
Vasco Fernandes Coutinho, sucedeu ao pai na
capitania
do
Espírito Santo. C.c. Luiza Grimaldi (cujo nome, nos
descendentes,
se
deforma em Luiza de Grinalda, como se fora um nome de
devoção), dita “a
capitoa,” n.c. 1541 e † após 1626, quando depôs no
processo de beatificação de
Anchieta, filha de Pedro Correia, capitão de Arzila, e de sua
mulher Caterina
Grimaldi, filha de Honoré I
Grimaldi,
Barão de
Bueil, supra; n.p. de Aires Correia (filho de Simão
Correia,
conde de
Linz pela Savóia), e de s.m. D. Joana de Eça.
Fonte:
_Europäische
Stammtafeln_ e o site http://genealogy.euweb.cz
Foi
Cesare
Patrignani quem me ajudou a identificar o pai de Caterina
Grimaldi.
----------------------------------------
Lins.
1. HEINRICH der
Linzer (I)
Cidadão
de Ulm com registro em 1296, provavelmente oriundo
de Linz, na Áustria, viajou de Augsburg e Ulm até mesmo a
Veneza e Gênova. P.d.:
2.
…
3.
…
4. HEINRICH LINZ
(II)
Negociante
de Ulm, provavel bisneto do homônimo, aparece em
1350 em Esslingen e em Frankfurt. † após 1404. P.d.:
5. ALBRECHT LINZ
Pai de:
6. HANS
LINZ
Em
2.12.1430 recebe carta de brasão de armas, junto com os
irmãos, concedida por Sigismundo de Luxemburgo-Boêmia: “de vermelho, com uma faxa de azul cosida do campo, carregada
de três
estrelas de seis pontas de ... Por timbre, uma capela de penas de
pavão entre
dois probóscides faxados de vermelho e azul de três
peças, carregada cada peça
de uma estrela de cinco pontas de ... ” Pai de:
7. KONRAD LINZ, dito ‘von
Dorndorf’
Cidadão
de Ulm, onde foi juiz em 1488, provedor do hospital
local (1490–97) e conselheiro municipal em 1497; † 1497. Recebeu dos
condes de
Montfort o senhorio de Dorndorf, locativo que juntaram ao
próprio nome. Pai de:
8. ZIMPRECHT LINZ
VON DORNDORF
Nele
Hugo von Montfort confirma o senhorio de Dorndorf. C.
em 1490 c. Barbara Gienger, † 7.12.1508, filha de Matthäus Gienger
e de s.m.
Ursula Hutz; n.p. de Jakob Gienger o
velho, comerciante riquíssimo de Ulm; n.m. de Hans Hutz,
ourives de Ulm e
conselheiro municipal. Pais de:
—
9. SEBALD LINZ
VON DORNDORF (I)
Gêmeo com
Bartholommäus. Nn. em Ulm
em 7.12.1508; † Sebald em Lisboa ou Setúbal c. 1590. Fixou-se em
Lisboa em
1552, agente dos banqueiros Fugger de Augsburg. C. em Lisboa em 1553 c.
Jácoma
Mendes, filha de Francisco Jácome Alemão e n.p. de Jácome de Holanda,
comerciante holandês que viajou até a Índia, e
provavelmente pai ou avô de Arnal de
Holanda, que passou ao Brasil junto aos Linz.
Teve o filho bastardo, CHRISTOPH LINZ
[VON DORNDORF] (I). É o Cristóvão
Lins de Porto Calvo. Teria n.c. 1530 em Dorndorf, no senhorio da
família.
Recebe em 1570 a imensa sesmaria que ficará durante
séculos nas mãos de seus
descendentes, a sesmaria de Porto Calvo. Em 1608 doa-a em parte ao
genro (e
sobrinho afim) Rodrigo de Barros Pimentel. C.c. Adriana de Holanda,
filha de
Arnal de Holanda e de Brites Mendes
de Vasconcelos, possivelmente bastarda do infante d. Luiz de Portugal.
—9.
BARTHOLOMMÄUS
LINZ VON DORNDORF (I)
Gêmeo com o irmão
Sebald. Pai de SEBALD LINZ VON DORNDORF, o CibaldoLins.
Fonte: S. de Moya, Familias
Brasileiras de Origem Germânica, III, S.Paulo, s/d.
----------------------------------------
Lomellini.
1.
VASSALO DA LUMELLO
Cônsul
de Gênova em 1178, 1197 e 1198. Originário da
Lombardia meridional, da região que se conhece como La
Lomellina. P.d.:
2.
ANSALDO LOMELLINI
Atestado
em 1192, 1193, 1198, 1228, 1248. C.c. … P.d.:
—
Andrea Lomelini, segue.
—
Simone
Lomelini, abaixo.
3.
ANDREA LOMELLINI
(1217,
1234, 1251). C.c. Simona …, viúva em 1258, viva ainda
em 1268. P.d.:
4.
BONVASSALO LOMELLINI
(1282,
1292). C.c. Margarita … P.d.:
5.
BARTOLOMMEO LOMELLINI
(1313,
1343). C.c. Argenta, herdeira de Leonardo Spaero,
viúva em 1348. P.d.:
6.
VALERANO LOMELLINI
(1343,
1366, 1377). Antes de 1348 c.c. Selvaggia… P.d.:
7.
COSMO LOMELLINI
(1378,
1383, 1396.) C.c. Maria di Giacinto di Babilano
Spinola. P.d.:
8. BARTOLOMMEO LOMELLINI
(1410, 1414, 1435.) Antes de 1443
c.(1) c. Maria d’Agostino Negroni, viúva de Visconte Cattaneo.
C.(2) c.
Caterina di Giorgio Spinola, viúva de Pier Antonio Vivaldi
(1470, 1492).
Identificamos este ao mercador que reside em 1424 em Lisboa, e, em
parceria com
Bartolommeo Marabotto e quatro comerciantes portugueses, contrata o
fornecimento de trigo a Ceuta. Em 1433 é isentado do pagamento
de dízima sobre
algumas mercadorias vindas de Gênova. P.d.:
9.
COSMO LOMELLINI
Do
primeiro leito (at. em 1440, 1475.) C.c. sua parenta Bianca
olim Giacoba Lomellini, filha
de Battista
Lomellini. Este é com certeza o comerciante radicado em
Lisboa, que em
27.1.1443 recebe carta de segurança válida por três
anos, pela qual se lhe
autoriza a viver e comerciar livremente em Portugal sem que nada lhe
possa ser
tomado. P.d.:
—
GIOVAN
BATTISTA LOMELLINI. Em 31.10.1468 D. Afonso V concede-lhe carta de
segurança e
privilégios. É declarado “natural destas partes” de
Portugal, junto com seus
parentes Marco Lomellini e Francesco Calvo, em 27.11.1471.
Estabelece-se enfim
na Madeira em 1476. onde se casa (?).
C.g. — Lomellinis da Madeira.
—
URBANO
LOMELLINI. Fixou-se na vila de Santa Cruz, na Madeira, onde foi
riquíssimo
produtor de açúcar e armador de navios. No seu
testamento, de 1518, determina
que se edifique um mosteiro franciscano, o Convento de N. S. da
Piedade, o que
é feito por seu sobrinho Jorge Lomellino. C.c. Joana Lopes, s.g.
A linha da qual
descende Giacoba Lomellini, supra,
é:
3. SIMONE
LOMELLINI
†1253,
c.c. Giulia… P.d.:
4.
PIETRINO LOMELLINI
At.
em 1267 e 1287. C.c. Tommasina… P.d.:
5.
LEONELLO LOMELLINI
(1305,
1323, 1343.) C.c. Caterina… P.d.:
6.
NAPOLEONE LOMELLINI
(At.
1350, 1387, 1399.) C.c. Teodora di Giorgio
di Negro. P.d.:
7.
BATTISTA LOMELLINI
At.
1395, 1402. C.(1) c. Caterina di Carlotto
Lomellini. C.(2)
c. Luigia
di Lodisio d’Oria. (Do ramo dos
Dorias de Oneglia.) Viúva em 1442. P.d.:
8.
BATTISTA LOMELLINI
At.
em 1433; do primeiro leito. C.c. Argenta di Paolo
Vivaldi, viúva em 1435. P.d.:
9.
BIANCA LOMELLINI
C.c.
o primo Cosmo di Bartolommeo Lomellini. Supra.
Fonte:
N. Battilana, “Famiglia Lomellini.”
F.
Morais do Rosário, Genoveses
em Portugal.
----------------------------------------
Perestrelo.
O
que se segue é um
texto de Manuel Abranches de Soveral.
1.
Gabriel Pallestreli ou Pallastrellii, astrólogo em Lisboa, n.
cerca de
1343,
parece que em Piacenza, pertencendo à nobreza local. Segundo
algumasgenealogias, seria filho de Gherardo Pallastrelli e sua mulher
Franceschina Forno; neto de Matteo Pallastrelli e sua mulher Benigna
Scottii, e
bisneto de Gherardo Pallastrelli e de uma filha do conde Langosco. C.
cerca de
1370 c. Bertolina Banfortes ou Bracciforte. Parece que já tinha
c. uma 1ª vez
c. Benina Borgognoni
[Nota de
F. A. D.: Branciforte é uma antiga família nobre da
região.]
1.1.
Filiippone Palestrelo, n. em 1371 parece que em Lisboa. Justificou a
sua
nobreza em 1399, data em que lhe terá sido reconhecido o seu
brasão de
armas:
«escudo partido em pala; na primeira, em campo de oiro, um
leão de
púrpura
armado de vermelho; na segunda, em campo de prata, uma banda azul,
carregada
de três estrelas de oito pontas entre seis tosas de vermelho de
três em
três em pala; timbre o leão do escudo, com uma estrela na
espádua».
C. cerca
de 1394 c. Catarina Vicente (que alguns dizem erradamente
Visconti),
que ainda vivia em 1437 quando o casal recebe do rei mercê de
duas
casas na rua de Sub-Ripas, em Coimbra. Dizem alguns que c. 2ª vez
com
Beatriz
de Mello.
1.1.1.
Bertholomeu Perestrello, o Velho, n. em 1396 em Lisboa e fal. cerca
de 1457
na vila da Baleira, em Porto Santo, sendo sepultado, ao que parece,
na
matriz de Nossa Senhora da Piedade. Julga-se que já esteve na
conquista
de Ceuta
(1415). Mas parece que não participou na
«descoberta» da Madeira
nem
mesmo de Porto Santo. Era fidalgo da Casa do infante Dom João
quando em
1426 o
infante Dom Henrique o fez capitão da ilha de Porto Santo e
encarregou
do povoamento e colonização desta ilha. Mais de 20 anos
depois, a
1.9.1449,
já referido como fidalgo da Casa do infante Dom Henrique, teve
deste o
senhorio da dita ilha de Porto Santo. «Eu dou carreguo a
Bertholomeu
perestrello,
fidalgo de minha casa da minha ylha de porto santo para que
elle
dito Bertholomeu perestrello ha mantenha por mim em Justiça
& direyto &
morrendo
elle a mim praz que seu filho primeyro ou algum se tal for tenha
este
carreguo pela guisa suso dita y asy de decemdente em decemdente por
linha
dereyta... tenha. . . jurisdiçom. .. do ciuell & crime
resalbando
morte ou
talhamento de membro. . . ». Segundo Salazar y Castro c. a
1ª vez,
cerca de
1419, c. Branca Dias (a). A 8.6.1431 é certo que estava c.c.
Margarida
Martins (b), pois nessa data Dom João I doa a este casal umas
casas de
foro na Rua Nova, junto á Porta da Herva (Lisboa). C. a 3ª
vez c.
Beatriz
Furtado de Mendonça (c). C. a 4ª vez cerca de 1450 c.
Isabel Moniz
(d),
muito mais nova do que ele, que se julga filha de Vasco Martins Moniz,
que
então vivia em Machico.
1.1.1.1.
(a) Branca Dias, donzela da rainha Dona Leonor, n. cerca de 1420. Foi
amante do
arcebispo de Lisboa Dom Pedro de Noronha, de quem teve vários
filhos
legitimados por carta real.
1.1.1.2.
(c) Catarina Furtado de Mendonça c.c. Mem Rodrigues de
Vasconcellos,
comendador do Seixo
1.1.1.3.
(c) Filipa de Mendonça Furtado c.c. João Teixeira, filho
terceiro
de
Tristão Vaz, primeiro capitão donatário da
jurisdição de Machico
1.1.1.4.
(c) Izeu Perestrello c.c. a Pedro Corrêa, cavaleiro da Casa Real e
«criado»
do infante Dom Henrique, foi capitão donátario da Ilha
Graciosa (em
1485,
mas para onde foi em 1450) e sucedeu a seu sogro como senhor da ilha
de Porto
Santo até 1473, data em que a ilha passa para seu cunhado
Bartolomeu
Perestrello, adiante.
1.1.1.5.
(d) Bartolomeu Perestrello. A 15.3.1473 Dom Afonso V confirma a
doação,
para sempre, a Bartolomeu Perestrello, criado do infante Dom
Fernando,
filho de Bartolomeu Perestrello o Velho, da ilha de Porto Santo,
com toda
a jurisdição cível e crime, excepto pena de morte
e mutilação,
entre
outros privilégios, na sequência de uma
acção com Pedro Correia,
cavaleiro
da Casa Real e criado do infante Dom Henrique, que a dita ilha
tinha e
possuía. C.c. Guiomar Teixeira.
1.1.1.6.
(d) Filipa Moniz, n. cerca de 1452. C. em 1480 c.
Cristóvão Colombo
1.1.1.7.
(d) Cristóvão Moniz, frade carmelita e depois bispo
1.1.1.8.
(d) Briolanja Moniz, c.a 1ª vez c. Miguel Muliart e a 2ª c.
Francesco
de Bardi
1.1.1.9.
(d) Ana Moniz, que terá n. no ano da morte de seu pai (1457) C.c.
Juan de
Barahona.
1.1.2.
Catarina Perestrello c.c. Aires Anes de Beja, escrivão da
puridade de
Dom João
I
Topei
ainda com um João Lopes Perestrello, moço da toalha de
Dom Afonso V, a quem
este rei doou a 3.1.1480 uma tença anual de 10.000 reais de
prata, até lhe dar
uma igreja como lhe prometeu. Não sei de quem era filho.
Há ainda
um Rafael Perestrello, capitão, navegador e mercador, que esteve
na Índia e no
Extremo Oriente, considerado um dos pioneiros do estabelecimento dos
portugueses na China. Desenvolvendo a sua actividade no 1º quartel
do séc. XVI,
não podia ter sido irmão de Bertolomeu Perestrello o
Velho como dizem as
genealogias. Seria filho, neto ou sobrinho.
--------------------------------------------------------
Esta é
uma das duas linhas de Spinolas da ilha da
Madeira.
Não tenho a menor idéia de onde vieram os
nomes
``Spinolas da Rosa'' e ``Spinolas Adornos.'' Os
Spinolas,
em Gênova, dividiam-se em dois grandes
grupos
familiares, separados já no fim do século XII,
mas
casados entre si muitas vezes; viviam em
localidades
distintas, em Gênova. Eram os Spinolas di
San
Lucca, tendendo a guelfos, e os de Luccoli,
gibelinos.
Está em
inglês porque vem de uma homepage antiga que
eu
tinha.
----------
1.
Oberto de' visconti di Genova, di Manesseno (10th
century).
Son:
2. Belo,
detto `Bozumi.' Ancestor of the Spinola,
Brusco
and Embriaco families. Son:
3.
Guido. Father of:
4. Guido
Spinola, main ancestor of the family.
(Battilana,
Spinola, 1.) Described as a crusader in
1099. M.
Alda, a widow in 1156. Son:
5.
Oberto Spinola, attested in Genoa, 1156, 1183. M.
Sibilla,
d. of Ingone della Volta. Battilana describes
8
children, among which:
-----6.
Oberto, follows;
-----6.
Ingo Spinola, attested in Genoa, 1184, 1225;
ancestor
of the Spinolas della Piazza, or Spinolas di
S. Luca.
6.
Oberto Spinola (Battilana, tav. 72), ancestor of
the
Ghibelline Spinolas, the Spinolas di Luccoli.
Attested
1186, 1214. Moved to Luccoli, where his
descendants
had their *case*. Son:
7.
Guglielmo Spinola, attested in Genoa, 1184, 1226.
Son:
8.
Oberto Spinola, the great capitano del popolo at
Genoa
together with Oberto Doria. Attested from 1257
to 1291.
M. Giacoba..., a widow in 1310. Son,
9.
Odoardo Spinola, attested 1288, 1310. Among his 6
children,
-----10.
Corrado Spinola; follows at # 1, below.
-----10.
Gherardo Spinola, follows at # 2, below.
==========#
1==========
10.
Corrado Spinola (attested 1308, 1338), father of:
11.
Battista Spinola, attested 1368. Son:
12.
Giovanni Spinola, married ... de Mari. (1st wife).
Son:
13.
Gaspare Spinola, attested from 1405 to 1438. M.
Linò
Spinola, d. of Leonello Spinola, who was a widow
in 1459.
Among others, had the sons:
-----14.
Giovanni Spinola.
-----14.
Quilico Spinola. Follows:
----------
One
Giovanni Spinola is a sugarcane planter in the
Madeira,
15th century. One Lionello Spinola is
attested
in the Madeira in the early 16th century,
dealing
with sugar. Corrado Spinola is attested in the
Madeira
at the same time (D. Gioffrè, _Studi
Colombiani_,
1952).
I
identify this Lionello Spinola to `Leonardo'
Spinola,
dec. 1530 in the Madeira, son of one Quilico
Spinola.
Corrado (out of onomastics) might be his
brother.
----------
14.
Quilico Spinola, father of:
15.
Leonardo/Lionello Spinola, ancestor of the Spinola
`da
Rosa' branch of the family in the Madeira.
President
of portugal general António Sebastião
Ribeiro
de Spinola was descended from this branch, if
I
correctly recall, with two brisures in the male line.
==========#2
==========
10.
Gherardo Spinola is given by Battilana (Spinola,
tav.
122) as lord of Lucca and of Tortone. M. Pietra,
d. of
Antonio de' Marini. Follows:
11.
Lucchesio Spinola, att. 1368. M. (1st) Agnese...
Son:
12.
Carozio Spinola, att. 1385. M. relative Teodora
Spinola,
d. of Giacomo di Alaone Spinola, widowed in
1405.
Son:
13.
Eliano Spinola, att. 1430. This is the banker
referred
to in my previous post. M. 1st Argenta
Lomellini,
d. of Oberto. Issue:
14.
Giorgio Spinola. Attested in 1484. M. 1st Marta...
Son:
15.
Eliano Spinola, attested in 1484. I identify this
one to
the father of Antonio Spinola, attested in the
Madeira
in the early 16th century.
----------
There
are two known Spinola branches in the Madeira:
the
so-called Spinola-Adorno family, descended from
Antonio
di Eliano Spinola, and the Spinola-``da Rosa''
branch,
descended from Leonardo di ``Chirio'' Spinola
(I
identify ``Chirio'' = Quilico; Ch = `k'). They are
attested
in the Madeira around 1500.
The
point is, names such as Spinola-Adorno and Spinola
``da
Rosa'' are meaningless. Double surnames exist in
Genova
to indicate albergo membership, e.g. Grimaldi
[albergo]
Cebà [family]; Centurione [albergo] Scotto
[family].
But there is no corresponding Spinola-Adorno
combination
(or for else Spinola della Rosa; not even
a Rosa
or della Rosa family; closest is Rossi). So I
decided
to ignore this division.
One also
points out that there is a difference in the
arms
born by the two branches in Portugal: the
S-Adornos
have a fleur de lys instead of the thorn
(spina,
spinula) that appears in the coat of arms of
the
S-Rosas, but it is obvious that the fleur de lys
arose
out of a mistaken identification of the charge
*parlante*.
Now: see
E. Pandiani, ed., _Antonii Galli
Commentarii_,
Muratori collection, Città di Castello,
1910, p.
7, note (with documentary references). Eliano
Spinola
and Lodisio Centurione Scotto receive the
papal rights
to explore the Tolfa alum in 1471. They
develop
commercial interests in the Madeira and send
Cristoforo
Colombo as their agent there, in 1478. This
is
well-known. There is a family link between Eliano
Spinola
and Lodisio Centurione: they are in-laws
through
the Lomellinis (Battilana, l.c., Spinola di
Luccoli,
tav. 131, and Lomellini, tav. 34). Also
Eliano
Spinola has a gson, Eliano di Giorgio, whom I
place as
the father of Antonio Spinola ``Adorno'' - he
always
appears without the extra cognomen in
contemporary
documents.
I have
no doubts aboit that link. Notice that the
Spinola
di Luccoli family is the Ghibelline branch of
the
family, where we find the great Oberto Spinola,
consul
and capitano del popolo in Genoa in the 1250s.
For the
``da Rosa'' branch: the name Quilico appears
in the
Spinola di S. Luca (Spinola dela Piazza)
branch,
the Guelph Spinolas - but there is also
another
Quilico Spinola, now in the Luccoli branch
(Battilana,
tav. 120). He is documented in a notarial
act in
Genoa in 1448. I believe this is the father of
Leonardo
Spinola, in the Madeira circa 1500.
Why?
Onomastics. This Quilico Spinola is the son of
Gaspare
Spinola and of his wife Linò [Leona] d. of
Leonello
Spinola. Quilico di Gaspare is also from the
Ghibelline
Spinolas. Makes sense.
The
Spinolas of Antonio Spinola left a huge descent in
Brazil,
S. Paulo, in the 18th century. I'll post that
line
later.
----------------------------------------------------------------------------------------------------
Taques.
1.
SER HOMODEUS DE
TASSO. (O nome ``Tasso'' quer dizer ``texugo.'')
Vivia
próximo a St.
Joannis Albi c. 1251. P.d.:
2.
RUGERIUS
DELAYTUS, +1322/33. P.d.:
3.
GUARISCUS. P.d.:
4.
ROGERIUS, vivia
em Bergamo e † c. 1401. Crê-se tenha sido seu filho:
5.
FILIPPUS ZENTILLINUS
DE TAXIS DE CORNELLO, sem dúvida membro da
família.
† ca. 1439.
P.d.:
6.
SER ROGERIUS DE
TAXIS (veja-se que o nome coincide com o do avô), †
entre
1465 e 1473.
P.d.:
7.
MESSER
ZENTILLINUS DE TAXIS DE CORNELLO, tabelião entre 1454 e 1477.
†
c. 1511. P.d.:
8.
EVANGELISTA DE
TAXIS, † c. 1540. C. (1) c. Lucia de Busis. C. (2) c.
Cecilia
N... Não se
sabe de qual casamento nasceu o filho:
9.
INNOCENTIUS DE
TAXIS DE CORNELLO, burguês de Bergamo, envolvido na
concessão
postal de
Füssen, † 1542. Teve dois casamentos, c.g. Teve um
filho
B.:
10.
FRANCISCUS DE
TAXIS, vivia em 1541.
Identificamos
este
bastardo a Francisco Taques Pompeu, tronco destes no Brasil (Pompeo
seria um
outro prenome, comum nessa família, que se
tornou
em
sobrenome).
Fonte:
_Europäische
Stammtafeln_, cf. o site http://genealogy.euweb.cz
______________________________
Wanderley
Primeiro,
o seu a seu dono: foi o Rafael Henriques quem descobriu essa origem dos
Wanderleys na família von Neuhof-Ley, e quem identificou o
Caspar, Ritter
[Cavaleiro] von Neuhof gennant Ley, de Riga, lá citado pela
última vez em 1634,
com o Gaspar Wanderley que passa ao Brasil c. 1633.
Tive a
mesma intuição há cerca de um mês, quando
recebi o artigo de E. Jaeger, ``Versuch
einer Stammfolge der Herrn von Neuhoff gennant Ley,''
Jülisch-Bergische
Geschichtsblätter, ano 18, no. 1/2, pp. 1-17 (1941). Daí
sai a linha até o
Caspar, de Riga; o resto é standard. As duas primeiras
gerações me foram
comunicadas pelo Rafael Henriques.
Assim
estão esclarecidas as origens dos Wanderleys e dos Cavalcantis;
os Lins e
Acciaiolis já as possuíam há muito.
fa
------------------------------------------------------
1.
Ruthger, Rudiger von Neuhof; século XIII e primeira metade do
século XIV. Pai
de:
2 .
Engelbert von Neuhof, teria se casado com uma senhora von der Leyen,
segundo
tradições posteriores? C.c. Gudeke.
Pais de:
3.
Ruthger von Neuhof, gennant Ley, oder von der Leyen. Seriaeste o casado
com a
senhora Ley? Sua mulher seria
Aleke? Atestado em 1370. Pai de:
4.Gelys
von Neuhof, gennant Ley, 1413, 1439, 1447? C.c. Elsgen... Pais de:
5. Alff
von Neuhoff, gennant Ley, 1434, 1469, 1472. C.c. Bela von Bicken. P.d.:
6.
Hermann von Neuhof, gennant Ley, c.c. N. von Ense, gennant Varnhagen.
P.d.:
7.
Engelbert von Neuhof, gennant Ley, 1507, 1554, c.c. Katharina von
Möllenbeck.
P.d.:
8.
Balthasar, Ritter* von Neuhof, gennant Ley. Muda-se para a
Curlândia, e se fixa
em Riga. Casa duas vezes. Do segundo casamento,
9.
Caspar, Ritter von Neuhof, gennant Ley, ou von der Ley/Leyen, atestado
em Riga
em 1619, e até julho de 1634. Casado em Riga, com
geração.
Identificado
ao que se atesta no Brasil desde 1633, até c. 1665, e que vive
maritalmente com
Maria de Mello,filha de Manuel Gomes de Mello e de s.m. D. Adriana de
Almeida —
ela depois da morte de Gaspar, casa-se com João Baptista
Acciaioli. P.d.:
10. João
Maurício Wanderley (I), n. 1641, teve a Ordem de Cristo em 1663.
C.c. D.Maria
da Rocha, filha do sargento-mor Clemente da Rocha Barbosa e de s.m. D.
Maria
Lins. P.d.:
11. D.
Adriana Wanderley. C.c. Manuel Coelho Nigromonte, sr. do engenho da
Guerra
(Ipojuca), filho de Francisco Coelho Nigromonte e de D. Brásia
Monteiro. P.d.:
12. João
Maurício Wanderley (II). No engenho da Guerra, c.c. D. Feliciana
da Silva,
filha do cap. Ambrósio Machado e de D. Damascina
da Silva. P.d.:
13. João
Maurício Wanderley (III), n.c. 1735-1740, no Recife em 1792.
C.c. sua prima D.
Antonia Adelina Wanderley. P.d.:
14. João
Maurício Wanderley (IV). N. 1760 no Recife (PE), foi
capitão-mor da Vila de
Campo Largo, † 1840 na Barra (Bahia), para onde se mudara em 1792. C.
(1) em
1802 c. D. Francisca Antonia do Livramento, † 1817. C. (2) c. D. Maria
Mariani,
sobrinha da primeira mulher. Do primeiro leito:
15. João
Maurício Wanderley, n. 23.10.1815, † 13.2.1889. Barão de
Cotegipe em 14.3.1860.
N. na Barra (Bahia) e † no Rio. C.c. D. Maria Thereza de Sá da
Rocha Pitta e
Argollo, † 1864, filha dos Condes de Passé. C.g.
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*Ritter,
cavaleiro, é um título de nobreza, imediatamente inferior
ao de
barão. |