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The most notorious gateways in Brazil from outside Portugal
(by Chico Doria, Professor in Brazil)


Acciaioli, Accioli.


1. Gugliarello Acciaioli. Passa de Brescia a Florença em 1161; inscreve-se na Arte del Cambio — é banqueiro. C.c. ... Riccomanni.Referido postumamente num documento de 1237. Pais de:


2. Riccomanno Acciaioli. Citado em 1237, casou com uma ...Guidalotti?

Pai de:


3. Acciaiolo Acciaioli. Do Sesto di Borgo e do popolo da S.S. Trinità.

Entre outros teve o filho:


4. Lotteringo Acciaioli. Enterrado em frente ao altar-mor da igreja de’ S.S. Apostoli em Florença. Atestado entre 1260 e 1293; está entre os que em 1280 assinam a paz intermediada pelo cardeal Latino.  Casou com Bella di Guido Mancini. Pais de:


5. Leone Acciaioli. Do Consiglio de’ Priori em 1311. Pai de:


6. Zanobi Acciaioli. Casou em 1352 com Lena d’Uberto di Lando degli Albizzi. Pai de:


7. Michele Acciaioli. Dos priores em 1396 e em 1409. Casou com Lisa di Paolo di Cino de’ Nobili. Como prior, exilou no castelo familiar de Montegufoni ao primo Donato Acciaioli, condenado à morte pelo comune deFlorença. Tiveram a:


8. Zanobi Acciaioli. Inimigo acérrimo dos Médicis, ao contrário de seus filhos e demais parentes, esteve em 1433 na balía que determinou o exílio de Cosimo de' Medici, “il Vecchio.” Foi prior em 1418 e 1430, e ca
sou com Lia Lapaccini. Pais de:


9. Benedetto Acciaioli. †1506, prior em 1470, podestà de Civitella (1488). De Nanna d’Ormanozzo Dati, teve:


10. Zanobi Acciaioli. N. 26.9.1476, e casou com Ginevra Amadori, irmã de Benozzo Amadori, filhos de Niccolò Amadori e netos de Angiolo Amadori, casado com Lucia Acciaioli, irmã de Neri II, † 1453, e Antonio II, ambos Duques de Atenas. Pais de:


11. Simone Acciaioli. ``Simão Achioli,'' n.c. 1497, †15.2.1544, tronco dos Acciaiolis e Acciolis no Brasil e em Portugal—passou à Madeira em 1515. Casou com Maria Pimentel Drummond, filha de Pedro Rodrigues Pimentel e de Izabel Ferreira Drummond. C.g.

Fonte: P. Litta e L. Passerini, ``Acciaioli di Firenze,'' em _Famiglie Celebri Italiane_, 1831-45. Como em casos semelhantes, a identificação de Simone Acciaioli faz-se localizando-se o Zanobi Acciaioli seu paique melhor se adapta à cronologia, e verificando-se ter sido este o marido de Ginevra Amadori, cujo irmão Benozzo Amadori, dado como tio de Simone, chamara-o à Madeira para ajudar com seu negócio de vinhos de Malvasia.

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Adorno (Campanaro Adorno).


1. Giacomo Campanaro, mercador que veio da Riviera di Ponente, a oeste de Gênova (+ 1307). P.d.:


2.. Francesco Campanaro (†após 1332); c.c. Caterina Bargagli, filha de Raffaele Bargagli, patrício genovês. P.d.:


3.  Antonio Campanaro (vivia em 1335). P.d.:


4. Nicola Campanaro, patrício genovês (†após 1365); c.c. Margherita Adorno, filha di Adornino Adorno, patrício genovês, e de Nicolosia della Rocca, dos senhores de Cinarca (ela †após 1423). P.d.:

 

5. Battista Adorno olim Campanaro, patrício genovês. Teve o privilégio do apelido *Adorno* para si e para os descendentes, conferido pelo dogeAntoniotto I Adorno (†após 1423). C.c. Maria de Carmi, filha de Giovanni de Carmi. P.d.:

 

6. Nicola Adorno, patrício genovês (†após 1480); c.c. Maddalena de Franchi Luzardo, filha de Antonio de Franchi Luzardo, patrício genovês. P.d.:


7. Bernardo Adorno, patrício genovês, `Ufficiale del Mare,' 1501 e 1504, `Ufficiale di Moneta,' 1523, `Anziano della Repubblica di Genova,' 1524 († após1524); c.c. Maddalena Giustiniani, filha de Stefano Giustiniani, patrício genovês. P.d. (entre outros):

- Giuseppe/José, patrício genovês, passou ao Brasil onde se fixou.

Esteve no Rio ao tempo da sua fundação, e também em Santos;  rico latifundiário,  bandeirante (*1504, TSantos 1605 com 101 anos); c.c.Catarina, filha de Cristovao Monteriro, e de Marquesa Maria Ferreira. C.g.

[E' o Joffo ou Gioffo *Doria*, sogro de John Whithall. Um de seus partidistas era Jácome Lopes, casado com Inocência `Doria.']

- Paretino, detto Paolo/Paulo. patrício genovês, passa ao Brasil onde se fixa e é preoprietário de terras em S. Vicente. Passa à Bahia, ondec. em 1534 c. Filipa Álvares, filha de Diogo Álvares Caramuru e de uma índia. † no Rio em 1573. C.g.

- Ambrogio, detto Diogo, patrício genovês, combateu índios no Paraguai em 1555 e lá foi † em combate contra os guaranis, talvez em 1560.

[Seria este o misterioso *Jácome Doruje*, de quem descendem os Dorias de S. Vicente, citado em S. Vicente em casa de José Adorno num depoimento de 1562. Helvecio de Castro Coelho foi quem notou que nos documentos quinhentistas de S. Vicente no Brasil confundem-se os nomes
*Adorno* e *Doria*; esta confusão é nítida na identificação do sogro deWhithall como Joffo Doria, quando era Giuseppe (Gioffo) Adorno.]

Fonte:

N. Battilana, ``Campanaro,'' em _Genealogia..._, Genova 1827.

F. Morais do Rosário, l.c.

E. de Oliveira Belchior, _Conquistadores e Povoadores do Rio de Janeiro_, Brasiliana, Rio, 1965. (Cita muitas fontes documentais.)

http://www.sardimpex.com

Discuti muito esse caso com A. Dominici-Battelli. Embora permaneça uma mínima possibilidade de serem os irmãos Adorno, no Brasil, filhos de Giacomo/Jacopo Adorno, estabelecido na segunda metade do século XV em Jerez de la Frontera, os documentos no arquivo Cattaneo della Volta e mais detalhes onomásticos afirmam que estes no Brasil são, de fato, Adorni olim Campanaro. Note-se que Battilana, ao mencionar a sucessão de Bernardo Adorno, olim Campanaro, e de Maddalena Giustiniani, cita apenas os irmãos que permanecem em Gênova, deixando de fora, como aliás é sua praxe, os que passam a Portugal e ao Brasil.

 

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Bettencourt, Bittencourt.

 

Genealogia dos Bettencourts.

 

1. Philippe de Bettencourt viveu no tempo de Luiz VIII da França (reinou de 1223 a 1226). Pai de:

 

2. Raynault de Bettencourt, sr. das terras de Bettencourt, documentado em 1282. Pai de:


3. Jean de Bettencourt I, atestado em 1342 numa escritura, casado com Isabelle de St. Martin, filha do barão de St. Martin le Gaillard; † num combate em 1357. Pais de:

 

4. Jean de Bettencourt II e de duas filhas (segundo uma escritura de 1358). Jean II foi casado com Marie de Bracquemont, filha de Raynault de Bracquemont, de quem houve dois filhos: - 5.1. Jean de Bettencourt III, que descobriu as ilhas Canárias e se intitulou Rei das Canárias, e- 5.2. Raynault de Bettencourt, casado com Philippotte de Froyes em
segundas núpcias, de quem teve a:


6. Henri de Bettencourt, casado com uma sobrinha, filha de seu irmão Maciot de Bettencourt, de nome Maria de Bettencourt. Foram pais de, entre outros, a:


7. Gaspar de Bettencourt, dado como † em 1522, e que casou com Guimar de Sá, filha de um Henrique de Sá, do Porto (Gaspar Frutuoso), e † em 1547. Pais de:

 

8. João de Bettencourt e Sá, casado na ilha de S. Miguel com D. Guiomarde S. Paio, filha de Gonçalo Vaz Botelho. Tiveram a:

 

9. Francisco de Bettencourt e Sá, †1577, moço fidalgo e sr. das saboarias da Madeira, como o pai e avô. Em S. Miguel c.c. D. Maria da Costa, filha de Diogo Afonso da Costa Cogombreiro. Pais de:
 

10. André de Bettencourt e Sá, morador na Madeira e †1596. Casou “a furto,” como se dizia, em 1563, com D. Isabel Dornelas de Aguiar, †1598, filha de Rui Dias de Aguiar e de Francisca de Abreu Dornelas. Foi filho do casal:

 

11. Gaspar de Bettencourt e Sá (1572-1635), que de sua primeira mulher D. Guimar de Moura teve a:

 

12. Francisco de Bettencourt e Sá, que lutou nas guerras de Pernambuco e † em Castela em 1643. (A partir daqui seus descendentes adotam o don castelhano.) C.c. D. Ana de Aragão. Pais de:

 

13. D. Francisco de Bettencourt e Sá, n. 1624, que c.c. D. Joana de Meneses da Câmara. Tiveram a:

 

14. D. Félix de Bettencourt e Sá, que passou à Bahia. Seu tratamento com o Dom é um exemplo do uso irregular do título no Brasil colonial, pois se deriva no caso do don espanhol, de uso lato, diverso do uso português, mas legitimado porque assim a ele se referiam funcionários do mais alto nível da administracão colonial.  Admitido na Santa Casa da Misericórdia de Salvador em 1715; nascera antes de 1643. Sua mulher, D. Catarina de Aragão Ayala era filha de Diogo de Aragão Pereira e de D. Inês de Ayala, † em 1722. Pais de:

 

[i] D. Antonio Manuel da Câmara, c.c. D. Maria de Barros, filha de Estevão Borges de Barros, c.g. [ii] D. Caetano de Bittencourt e Sá, c.(1724) c. D. Inês da Silva de Aragão, c.g. [iii] D. Félix de Bittencourt e Sá, c.c. D. Úrsula Bezerra em 1727, c.g. [iv] D.Francisca, c.c. Sebastião Gago da Câmara. [v] D. Antonia Francisca deAragão, c.c. Sebastião Borges de Barros, s.g. [vi] D. Antonio Félix de Bittencourt e Sá, † 1780, c.c. D. Teresa Villas-Boas, c.g. [vii-ix] D. Diogo, soldado e solteiro, † 1723; D. Francisco, n. 1690, e D. José Francisco, n. 1692. [x] D. Catarina, c.c. Inácio de Siqueira Villasboas, c.g.

 

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Bittencourts, RGS.

 

1. José Machado de Bittencourt n. na freg. N. S. de Guadalupe, ilha da Graciosa. C.c. Francisca Rosa, da mesma freguesia. Mudam-se para o Desterro, hoje Florianópolis. P.d.:

 

2. Major Camilo Machado de Bittencourt, n. Desterro (SC) c. 1750 e † no combate do Rincão das Galinhas RGS, a 7 ou 13.4.1818. C. em Desterro (SC) em 8.11.1801 c. Juliana Rosa de Jesus, n. São Miguel de Terra Firme (SC), filha de Antonio Correia dos Santos e de Maria Inácia. P.d. (e.o.):

 

3. Brigadeiro Jacinto Machado de Bittencourt, n. Desterro (SC) a 21.7.1807 e † Asunción, Paraguai, 4.4.1869. C. em Porto Alegre (RGS) c.Ana Maurícia da Silva, n. Porto Alegre em 16.8.1819, e † no Rio em 9.8.1890, filha de José da Silva Guimarães Tristeza e de s.m. Maurícia
Joaquina da Silva. C.g.

 

(Fonte: C. G. Rheingantz, em _Brasil Genealógico_ I, no. 3 (1962).

 

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Bettencourts de Nazaré (Bahia).

 

1. Antonio de Souza Bettencourt. Teria vindo de Minas; atestado em Nazaré (BA) na primeira metade do século XVIII. C.c. D. Ana Maria do Couto. P.d., e.o.:

 

2. Alexandre José de Souza Bettencourt, n. de Nazaré (BA). Viveu pela 2a. metade do século XVIII. C.c. D. Ana Joaquina do Amor Divino, s.m.n. P.d., e.o.:

 

3. Manuel Gonçalves Maia Bittencourt. N. no engenho S. Gonçalo, freg.de Nazaré (BA). Participou das lutas pela independência; foi membro da Junta da Cachoeira (1822). C.c. D. Maria Freire de Carvalho. P.d.,e.o.:

 

4. Sertório Freire Maia Bittencourt, n. Nazaré (BA). C.c. D. Eudóxia deAraújo Calmon. P.d.:

 

5. Pedro Calmon Freire de Bittencourt, n. Nazaré (BA). C.c. D. Maria Romana Moniz de Aragão, filha de Egas Moniz Barreto de Aragão, Barão de Moniz de Aragão, e de s.m. D. Maria Francisca Calmon Nogueira da Gama.C.g.

 

Fonte:

Eduardo Pimentel Maia Bittencourt, _Memória Genealógica dos Bittencourt_, Rio (1981).

 

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Cavalcanti.

 

1. GIANOZZO CAVALCANTI Nome conhecido através do patronímico do filho, este documentado. Gianozzo teria casado com uma Adimari, o que se infere do prenome do outro filho que lhe é atribuído. Gianozzo Cavalcanti viveu nos começos do século XII; as memórias posteriores dão-no como filho de um Cavalcante di Giamberto di Benedetto, sendo este Benedetto o mais antigo ancestral desta família; Benedetto teria vivido nos começos do século XI. P.d.:

 

2. CAVALCANTE DE’ CAVALCANTI Cônsul da comuna de Florença em 1176. Dado como se tendo envolvido nos conflitos dos que se opuseram a Frederico Barbarroxa, quando este invadiu a Itália. Seria sua mulher uma Adobrandini ? P.d.:

 

3. CAVALCANTE DE’ CAVALCANTI Dado apenas como um dos líderes da Parte Guelfa, e “tendo escolhido o partido do rei de Nápoles,” que era à época o líder dos guelfos na Itália. P.d.:

 

4. POLTRONE CAVALCANTI Dado como messer, o que o põe como juiz ou como cavaleiro; mas o nome, antes um cognome, não diz grande coisa de seu caráter. Foi provavelmente um dos anziani da Parte Guelfa em 1246,junto a um Adimari. P.d.:

 

5. messer CANTINO CAVALCANTI Um dos conselheiros da Parte Guelfa, como os primos direitos, em 1278. Casou-se em 1295 com Brasia [Beatrice?] di Ciampolo Salimbeni, † 5.5.1309 (?) de uma nobre família feudal de Siena. P.d.:

 

6. messer CIAMPOLO CAVALCANTI Sentenciado à morte e aguardando a decapitação, foi perdoado graças à intervenção dos embaixadores de Siena, cidade onde tinha parentes influentes. Seus filhos renunciam à condição de magnati (nobres) em Florença, e mudam o nome, em 1361, para de’ Ciampoli. P.d.:

 

7. DOMENICO CAVALCANTI Também dito de’ Ciampoli. Em 22.10.1362 renunciou aos privilégios magnatícios e adotou novas armas; em vez das tradicionais dos Cavalcantis, “de prata, semeado de cruzetas recruzetadas de vermelho,” passou a usar “de prata com uma cruz de
vermelho cantonada de quatro estrelas de azul.” (Mais tarde reverteram ao nome tradicional e às armas de sempre.) P.d.:

 

8. ANTONIO CAVALCANTI Ancestral do Filippo Cavalcanti que passa ao Brasil. P.d.:

 

9. FILIPPO CAVALCANTI, s.m.n. P.d.:

 

10. messer LORENZO CAVALCANTI, c.c. Contessina Peruzzi, com testamento feito em 20.4.1516, já viúva. Era filha de Ugo di Rinaldo Peruzzi. P.d.:

 

11. GIOVANNI CAVALCANTI, n. em Florença em 11.10.1478, mercador. C.c. Ginevra Mannelli, sepultada em 11.4.1563 na igreja della Santa Croce, em Florença. Filha de Francesco di Lionardo Mannelli, e de Maddalena di Gianozzo di Giovanni Naldi. P.d.:

 

12. FILIPPO CAVALCANTI, n. em 12.6.1525 em Florença, batizado na Santa Croce. No Brasil em 1560.

 

Fonte: 1) E. Gamurrini, Genealogias manuscritas, na versão portuguesa, começos do século XVII, mais a identificação do Filippo no. 9 ao bisavô homônimo do Filippo que passa ao Brasil.

 

2) Zilda Fonseca, _Desbravadores da Capitania de Pernambuco_, Ed. UFPE, Recife (2003), p. 43.

 

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Doria, Brasil (Menezes Doria, Costa Doria, na Bahia)

 

Sobre os começos desta linha: em inícios de 1999 amigos comuns aproximaram-nos, Miguel de França Doria, dos Dorias da Madeira, e eu. Miguel me passou cópias de documentos, fontes bibliográficas, e também saí atrás, e levantamos boa documentação,  dos séculos XV e XVI, sobre esses genoveses em Portugal. Num artigo muito citado, Domenico Gioffrè (``Le relazioni fra Genova e Madeira nel I decenio del secolo XVI,'' _Studi Colombiani_, III, Genova (1952)), refere-se a três Dorias, Lodisio, Antonio e Giovanni Doria, na Madeira, c. 1480. De fato, na genealogia de Natale Battilana para o patriciado genovês, encontramos três irmãos com este nome, filhos de Imperiale Doria e de sua segunda mulher, uma Doria di Dolceacqua, na data adequada. Lodisio é traduzido (ou corrompido) em Luiz, Luigi ou Ludovico (as formas Lodisius ou Ludovicus são usadas alternadamente). São do chamado ``ramo de Oneglia,'' um ramo da família que empobreceu e se voltou para o comércio. Também é do ramo de Oneglia o banqueiro Aleramo Doria, atestado num padrão de juros português de 1557 - espécie de letra de câmbio - com rendimentos anuais de 80$000 rs (c. $ 1 000 000 hoje), e que, como o pai, financiou em parte as grandes navegações. Seu nome é grafado às vezes Loramo ou Laramo em português (Chanc. D. João III, 1557, ANTT); é a origem dos baianos.

 

1. Arduino. Personagem do qual só conhecemos notícias através de tradições que nos vêm pelo menos do século XIII. Eis uma delas:

Traggono la loro origine da Arduino, Visconte di Narbona, verso il 1050.  Questo visconte passando da Genova per andare crociato a Gerusalemme si ammalò gravemente e fu ospitato in casa di una vedova della famiglia De  Volta, dove curato si innamorò di una delle sue  due figlie a nome Oria [Orietta] e la tolse per sua. Ebbe da lei un figlio: Ansaldo, che dal  nome della madre fu detto “figlio d’Oria.” Outras variantes da narrativa tradicional dão o nome do pai desta Oria (Auria)
della Volta; seria certo Corrado della Volta, ou de Volta. Há um fato que sugere a verdade ao menos parcial dessa narrativa: em 1161, as casas dos della Volta e dos Dorias eram lado a lado em Gênova, segundo Giovanni Scriba, vivendo juntos Ingo della Volta e seu filho Marchese, e, ao lado destes, Simon Doria. Além do mais, sempre houve uma associação política e comercial entre os dois grupos  familiares, o que sugeriria um parentesco entre as famílias. E, enfim, uma ancestral de nome Oria para esta família é um fato documentado. Segundo a tradição, tiveram três filhos, dos quais segue:


2. Ansaldo. Dado indiretamente como filius Auriæ. Este teria tido igualmente três filhos. Segundo a tradição foi seu filho:

 

3. Genualdo. O nome deriva-se de Genua, baixo latim para Ianua, Gênova.Dado como um dos de filiis Auriæ num documento de 1110. Também dito Zenoardo, Gherardo, Genoardo. Pai de:

 

4. Ansaldo Doria. Personagem historicamente documentado, nele começam as genealogias contínuas desta família. Foi cônsul de Gênova em 1134 e depois em 1147, e como cônsul esteve na tomada que os de Castela fizeram a Almería e Tortosa — pois há muito tinham os genoveses vínculos com a Espanha.  Giovanni Scriba refere-se a este, em 1156, seja como Ansaldo Doria, seja  apenas como Doria. Casou com Anna..., filha de Niccolò... Talvez tenha  se casado com uma prima Doria em segundas núpcias. Do primeiro casamento, pai de:

 

5. Simon Doria. Personagem de grande projeção no seu tempo em Gênova. Lá nasceu entre 1130 e 1140; foi cônsul de Gênova seis vezes, entre 1165 e 1188, quando combateu pelos interesses da pátria e de sua própria família na Sardenha. Participou também das negociações
subsequentes entre Gênova e Pisa, intermediadas por Frederico

Barbarroxa, pelas terras sardas.  Combateu no assédio a S. João d’Acra ao lado de Filipe Augusto e de Ricardo Coração de Leão em 1191, tendo sido nomeado almirante em Gênova no ano de 1189 para o fim de comandar a frota genovesa que ia auxiliar os cruzados. Morre depois de 1195. Filho,


6. Niccolò Doria. Teria nascido em Gênova por volta de 1150. Em 1188 testemunha um dos muitos acordos de paz com Pisa, este patrocinado pelo papa Clemente III. Em 1197, desafiando o podestà genovês Drudo

Marcellino, lança-se ao mar numa expedição vitoriosa contra a Sicília;voltando a Gênova, viu que o podestà havia derrubado a casa-torre dos Dorias no borghetto da família, junto à igreja de San Matteo. Suarevolta só é contida pela ação do podestà em resposta. Foi cônsul dacomuna em 1201. Em 1202 representa Comita II, sr. do julgado de Torres na Sardenha, nasnegociações para o casamento de Maria di Lacon, filha do próprio Comita II, com o marquês Bonifazio di Saluzzo. Em 1207 comanda expedição militar à Sardenha contra os pisanos. Em maio de 1212 hospeda em sua própria casa, em Gênova, o jovem imperador Frederico II. Citado nos documentos genoveses pela última vez em 1224. Filho:


7. Manuele Doria. Sr. de Valle Stellanello e de Andora. N.c. 1180 ou pouco antes, em Gênova; atestado em 1202, quando comprou, de um filho de Obizzo Malaspina, em sociedade com Guglielmo Embriaco, certos direitos de pedágio no Val di Trebbia. Em 1210, com trinta anos ou mais, casa-se com Giorgia (na forma dialetal sarda, Iurgia) di Lacon, filha de Comita II di Lacon, sr. do julgado de Torres, e neta de Barisone II de Lacon, por um breve período rei da Sardenha. Foi cônsul da comuna em 1215; representou então Gênova no quarto Concílio de Latrão.  Podestà de Savona como o pai, em 1223; depois, em 1225, podestà de Albenga.

Atestado desde 1223 nos feudos da família na Sardenha, em setembro de 1224 induziu o cunhado Mariano III di Lacon, irmão de Giorgia, a renovar a aliança com os genoveses. Dois incidentes marcam, ainda, a vida de Manuele Doria. Em 1233 conspiram vários sardos contra o herdeiro de Torres, Barisone, uma criança, filho de Mariano di Lacon.

Entre eles, mais notório, Michele Zanche, futuro sogro de Branca Doria.

Mal sucedida a conspiração, os conjurados fogem para Gênova, onde pedem, já em 1234, a Manuele Doria e a seu filho Percivale, que sirvam de intermediários entre os conjurados e os Lacon. A paz é feita. Então, traiçoeiramente, já retornados à Sardenha os conjurados, entre os quais Zanche, provocam em 1235 uma insurreição na qual morre o pequeno Barisone. Ainda em 1241, junto com o irmão Ingo, e mais o primo, o poeta Percivale Doria, Manuele Doria tentou derrubar o governo guelfoem Gênova. Fracassando, submetem-se todos e são os Dorias conspiradores banidos da pátria durante dez anos. Em 1246 esteve Manuele Doria em Florença, como vigário do podestà Frederico de Antióquia, um dos bastardos de Frederico II. Em 1248 Manuele é feito podestà em Como, na qualidade de um dos mais notórios gibelinos da Itália. Terminado o banimento, em 1251 volta a Gênova, quando, por influência do papa Inocêncio IV, um Fieschi, recebe uma quantia compensatória como espécie de anistia pelo seu exílio já cumprido. Torna-se, no mesmo ano, um dos conselheiros da comuna, quando negocia, junto ao filho Niccolò, um pacto com Florença para atacar Pisa. Filho:

 

8. Niccolò Doria. N. pouco após 1210, é atestado em Gênova entre 1250 e 1263. Senhor vários dos feudos familiares na Sardenha, c. (por volta de 1230) c. Preziosa, filha natural (legitimada pelo pai e depois pelo papa) de Mariano III de Lacon, senhor do julgado de Torres na Sardenha, e sobrinha de Giorgia di Lacon, mãe deste Niccolò. É um dos plenipotenciários que assinam, em 13.3.1261, o tratado de Ninfeu com os Paleólogos imperadores de Bizâncio. Morreu em janeiro de 1276 e está enterrado em San Fruttuoso. Pais de:

 

9.  Babilano Doria. N.c. 1240 (data estimada, por ser primogênito de Niccolò o notório Branca Doria, n.c. 1230),  † antes de 1316. É enviado por volta de 1270 por seu primo Oberto Doria, capitão de Gênova, à Riviera del Ponente, como vigário  do governo genovês para pacificá-la e expulsar grupos de malfeitores lá estabelecidos.  C.c. Leona, filha de Oberto Savignone, e teve dois filhos conhecidos, dos quais segue:

 

10.  Federico Doria. Atestado em Gênova em 1297. Obscuro, comprou em 1298, com seu irmão Niccolò, o feudo de Oneglia ao bispo Lanfranco, titular da diocese de Albenga, na Riviera del Ponente. Seus descendentes foram, todos, co-senhores de Oneglia; numerosíssimos no século XV, já não podiam mais viver dos rendimentos das terras e voltaram-se para o comércio, para subsistirem. Foram ambos, Federico e Niccolò, srs. de Borgo S. Agata. Federico teve seis filhos homens conhecidos, dos quais:

 

11. Percivale Doria. Atestado em 1297, num mesmo ato notarial onde comparece seu pai. Obscuro. Pai de:

 

12. Giano Doria. Seu irmão Ceva Doria [ver “Dorias da Madeira”] está atestado em 1345; é este Ceva ou Sceva Doria quem, em nome da república, pacifica a Riviera do Levante em 1397. Pai, Giano, de:

 

13.  Aleramo Doria. Sua irmã Argenta Doria está atestada em 1395. Aleramo casou com Andreola... . Pais de:

 

14. Leonello Doria. Atestado em 1427.  Casou com sua prima Eliana Doria, filha de Niccolò di Acciò di Ceva Doria, este irmão de Giano Doria. (Ver acima.) Tiveram o filho (e.o.):

 

15.  Aleramo Doria. Segundo do nome, casou com Giacoba, filha de Melchiorre ou Marchio Vivaldi, que já era viúva em 1461. Três filhos
citados, dos quais:

 

16.  Francesco Doria. Casou com Gironima Centurione, filha do banqueiro Luigi Centurione Scotto e de Isabella Lomellini. Centurione, com o cunhado Eliano Spinola — Eliano era casado com Argenta, irmã de Isabella; filhas de Battista Lomellini e de Luigia Doria, prima esta, no

2o. grau misto com 4o., de Andrea Doria — e a Baldassare Giustiniani,

ganham em 1471 o direito de  explorar o alume de Tolfa, que pertencia

ao papado. Aplicando seus  ganhos, Centurione envia à Madeira, em 1478, Cristoforo Colombo como seu agente, para comprar caixas de açúcar, e apesar do insucesso deste negócio  específico, permanece até o fim da vida ligado ao almirante (Luigi  Centurione † 1499). Francesco Doria é o  banqueiro de Sevilha que financia a parte de Colombo na viagem de Nicolau Ovando à América em 1502, e igualmente identifica-se ao pai de Cristóvão Doria,  navegador natural de Faro, no Algarve. Filho:

 

17.  Aleramo Doria. Filho de Gironima Centurione, terceiro do nome

Aleramo, nascido antes de  1508 em Gênova, é atestado num padrão de

juros de 1.1.1557, passado em  nome de D. João III em Lisboa, dando-lhe

80$000 rs perpétuos anuais sobre a alfândega de Lisboa. Neste padrão é dado como “genovês, vizinho da cidade  de Gênova e lá morador,” e tem como agente em Lisboa a Benedetto  Centurione. D. João III diz ainda que Aleramo Doria financiou-lhe, “a câmbio,” em parte, as expedições portuguesas à África e à Ásia.  Este Aleramo Doria (“Alaramo,” “Laramo,” “Loramo”) é identificado ao “Lourenco” de  Oria que é o pai da “criada da rainha D. Catarina” Clemenza Doria. Eis passagens do padrão de 1557: Dom Joam & c aquamtos esta minha quarta virem façosaber que considerando ...o lugar o quetenho em africa que pollos Reys destesReynos foram ganhados ao muyto trabalho edespesa ...y nas partes da Jndia y alem della foy necesairo fazer gramdes guastos edespesas ...se tomou gramde somae camtidade dnr.o [de dinheiro] acaimbo ...ep.r quamto alarame doria genoves Vizinho da cidade degenova eLaamorador p.r meservir eajudar ...alarame doria porseu Respondemte benedito centurjão estamdo nestacidade ...pmr.o diadeJan.ro do dito anno de bLvij ...Afolhas Vay asynada p.lo barão daluyto... Aleramo Doria casou com Benedetta, filha de Alessandro Cattaneo. Filha, talvez natural:

 

18.  Clemenza Doria. N.c. 1535; seria genovesa de nascença. Criada da Rainha D. Catarina, passou ao Brasil em 1553, onde casou duas vezes, c.g.; † após 1591.  Tinha casas em frente ao convento de S. Bento, em Salvador. Da primeira vez, c.c. com Sebastião Ferreira, †1556; da
segunda, c. 1557, com Fernão Vaz da Costa, filho de Lopo Alves Feyo, sr.de Atalaia e Pancas, e de D. Margarida Vaz da Costa, dada como irmã do Cardeal D. Jorge da Costa nos nobiliários; e portanto primo de D Duarte da Costa. Filha de `Lourenco de Oria,’ identificado a Aleramo Doria supra. C.g.

 

Fonte: N. Battilana, ``Doria,'' _Genealogia..._, Genova, 1827. C. Fusero, _I Doria_, 1971; T. Luzzatto-Guerrini, _I Doria_, 1935. Docs. e fontes mss citadas em costadoria.pdf, no site

http://doria.genealogias.org

 

 

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Dorias da Madeira.

 

12. CEVA D’ORIA

Atestado em 1345. C.c. Eliana ou Andreola, filha de Cassano di Bernabò di Branca d’Oria. P.d.:

 

13. MARCO D’ORIA

† antes de 1403. C.c. Ginevra, filha de Imperiale d’Oria e de s.m. Leona [Leonor], srs. de Dolceacqua, descendente Imperiale do grande Oberto d’Oria, vencedor dos pisanos em La Meloria em 1284. P.d.:

 

14. IMPERIALE D’ORIA

[1413, 1439]. C. (1) c. Maria, filha de Ottobuono Scotto Salvago, c.g. C. (2) c. Bianca di Lodisio di Castruccio d’Oria. P.d.:

 

15. LODISIO D’ORIA

Identificado ao Luiz Doria atestado na Madeira em 1480, pai de Leonor Doria.

 

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Segue a linha dos Pestanas Velosas e Velosas Dorias no Brasil.

 

1. LODISIO DORIA

Identificado ao genovês conhecido também como Luís de Oria que possuiu engenhos de açúcar na Madeira em 1480. Também o identificamos ao banqueiro de Cádizque, em 1492, levantou 500 000 maravedis para pagar a viagem de Colombo. Pai de:

 

2. LEONOR DORIA

Nasceu c. 1460, e c.c. Rui Gonçalves de Velosa, filhoe Gonçalo Eanes de Velosa, †1465 (era de 1497), n. de Celorico de Basto, e de s.m. Tareja Rodrigues. Estão enterrados em S. Francisco, no Funchal. Pais de:

 

3. LUIZ DORIA VELOSA

N.c. ?1485 e †1546 na Madeira. Foi f.c.c.r., cavaleiro da ordem de Cristo, administrador do morgado fundado pelo avô paterno. Deve ser o que, em 1528, ao serviço de D. João III, partiu para a India na armada de Nuno da Cunha (Francisco de Andrada,  Crônica de D. João III, parte II, cap. 47.  Deve ser o mesmo que em 15?6 defendeu a ilha de um ataque de corsários, ao lado de Simone Acciaioli. C.c. Ana de Paiva de Barros, n.Azamor. Luiz está enterrado em S. Francisco, junto aos pais. Pais de (entre outros, além de um filho homônimo, cuja carta de brasão de 1547 tenho em facsímile, se quiserem - mas é quase ilegível):

 

4. CECILIA DE PAIVA

† 30.5.1554,  c. em 1520 c. Gabriel Pestana da Câmara, filho herdeiro de Jorge Pestana da Câmara, f.c.c.r. em 1503, e de s.m. Beatriz de Goes, filha de Lançarote Teixeira (filho do descobridor Tristão Vaz); n.p. de Duarte Pestana de Brito, armador-mor do reino no século XV, e de s.m. Leonor Homem de Sousa, filha esta de Garcia Homem de Sousa, genro do Zargo, casado com Catarina Gonçalves da Câmara. P.d.:

 

5. JOÃO PESTANA DA CÂMARA

N. 1526 e c.c. Ana Ferreira, filha de João Rodrigues Calaça e de Ana Ferreira. Pais de:

 

6. GABRIEL PESTANA DE VELOSA

Chamou-se Velosa por obrigação para herdar  o morgado dos Velosas. C. em Porto Santo c. Graça Calaça. Pais de:

 

7. MARIA DAS NEVES

C.c. o concunhado Antonio Ruas Lomelino, filho de Antonio da Rua, e de s.m. Maria Lomelino, casados em 1560; n.p. de Pedro da Rua, feitor da especiaria em Flandres, n. do Porto; n.m. de Antonio Baião de Castro e de s.m. Madalena Lomelino. (Tenho a ascendência Lomelino/Lomellini toda.) Pais de:

 

8. ANTONIO RUAS LOMELINO

C. (1) c. Mariana Moniz, filha de Martim de Castro e de s.m. Catarina de Goes. C. (2) em 1660 c. Águeda de Mendonça e Vasconcelos. Pais de:

 

9. JOÃO MANUEL PESTANA DE VELOSA

Filho de (1). C. em 1690 c. Antonia Moniz, filha de Manuel Homem da Costa e de s.m. Isabel Moniz de Menezes, casados em 1670. N.p. de Pedro Jorge de Arvelos e de s.m. Isabel de Sousa; n.m. de Jerônimo Dornelas de Abreu, dos Ornelas Gamboas, sargento-morda capitania de Machico, e de s.m. Bernarda de Meneses. Era esta filha de Manuel de Castro, do Porto Santo, e de s.m. Maria de Meneses; n.p. de Cristóvão Rodrigues Uzadamar (bisneto de Giovanni Usodimare, genovês) e de s.m. Isabel Moniz; por esta bn. de Filipe Moniz e de s.m. Francisca da Costa; e tn.p. de Vasco Martins Moniz e de s.m. Joana Teixeira. Pais de:

 

10. HIERÔNIMO DORNELAS DE MENEZES

Passou em começos do século XVIII ao Brasil, onde vivia em Guaratinguetá em 1721. C.c. Lucrécia Leme Barbosa em 1723, filha de Baltazar Correia Moreira e de s.m. Fabiana da Costa Rangel. † Jerônimo em 1771;recebera a sesmaria do morro de Sant’Ana (RS) em 1740, confirmada em 1744. Filhos:

(i) Fabiana de Ornelas, bat. Guaratinguetá, SP, 25.4.1724, † no Triunfo, RGS, c.c. José Leite de Oliveira, n. Braga, †19.9.1774, c.g. (ii) Rita de Menezes, n. S. Paulo, † S. Amaro (RGS), 7.2.1801, c.c.Francisco Xavier de Azambuja, n. S. Paulo e †Triunfo, RGS, 6.11.1768, c.g.—veja abaixo. (iii) Antonia da Costa Barbosa, bat. Guaratinguetá, SP, 9.10.1727, c.c.Manuel Gonçalves Meireles, n. de Portugal, †Triunfo,28.8.1777 com 70 anos, c.g. (iv) Maria Leme Barbosa, n. Laguna (SC) e †Taquari (RGS), 23.5.1792. C. em 1747, Viamão, c. o tenente Francisco da Silva, n.c.1705, Portugal, e †27.10.1797, Taquari, c.g. (v) Gertrudes Barbosa de Meneses, n.c. 1736, Viamão (RS),  †Triunfo, 16.7.1820. C.c. Luiz Vicente Pacheco de Miranda, n.c. 1822 em Ponte do Lima (Portugal) e †Triunfo, 17.9.1802. C.g. (vi) Clara Barbosa de Meneses, n. Viamão (RS) e †antes de 1789. C.c. José Fernandes Petim, n. S. Maria de Abedim, Portugal, e †Porto Alegre, 28.9.1789. C.g. (vii) Teresa Barbosa de Meneses, n. Viamão (RS) c. 1742 e †20.10.1810. C.
25.9.1758 no Triunfo c. Agostinho Gomes Jardim,alferes, n. do Funchal (Madeira), c. 1708, e †S. Amaro (RS), 11.6.1806. C,g. (viii) Brígida Ornelas de Meneses, n. Viamão. C. 19.9.1763 no Triunfo (RS) c.Jacinto Roque Pereira Guimarães, n. Guimarães (Portugal), c.g. (ix) José Raimundo Dorneles, s.g. (x) Manuel Dorneles, s.g. Bastardos: (i) Lourenço Dorneles de Meneses, filho de uma índia de nome Maria Cardosa, n. em S. José dos Pinhais e †6.12.1785, com mais de 60
anos. C.c. Maria da Luz Lopes, c.g. (ii) Maria Esperança, filha de Luciana da Luz, c.c. Miguel
Garcia, com um filho.

 

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Drummond.

 

The Drummonds were loyal to Scotland and her Kings. They served the House of Bruce and then later the House of Stuart. For over 500 years they served, and no better was an ally than a Drummond. The Drummond Chiefs held some of the highest offices in both the government and the military. The Drummond ladies were of such beauty that two were crowned Queen of Scotland. It is even rumored that there may have been a third. Drummonds have also been known for their temper. In Perth in the 17th century, there was a prayer, "From the ire of the Drummonds, Good Lord deliver us!"

 

According to legend, the Drummonds are descendent from Yorik de Marot. Yorik was the Royal Admiral to Hungary and a grandson of King Andrew of Hungary. It was he who took the perilous journey, in winter, to reach the Scottish shore at Stirling. It was he who delivered unto Malcolm Canmore, St. Margaret, the future queen of Scotland. This was in the early 11th century. The king was grateful and granted lands which were to become the ancestral homeland of the Drummonds. One source states that a Donald of Drymen fought in Malcolm Canmore's army against MacBeth in 1056, and that this was the reason for the grant of lands. It may be that Yorik married into the highlands clan and became its chief.

 

The earliest ancestor, of unbroken decent, is that of Malcolm Begg, or "Little Malcolm" of Drymen, who in 1225 was the Thane of Lennox. Malcolm received his name due to his stature. He was the Earl of Lennox's Seneschal. It was from this time, and the lands if Drymen, that the Clan Chiefs of Drummond are known as "An Drumanach Mor" - "The Great man of Drymen." It was Malcolm's son, Sir Malcolm, that took the name Drummond.

 

Sir Malcolm, in the wars with England, was their bane. In 1296, at the Battle of Dunbar, the English captured Malcolm and sent him to London. Sir Malcolm was released only after swearing allegiance to the King and promising to fight with the English in France. It wasn't long before Malcolm was once again in Scotland and causing trouble for the English. In 1301 he was captured again to the great joy of King Edward I.

 

Sir Malcolm II, son of Malcolm, was the hero of Bannockburn in 1314. It was he, after realizing that the Scots would not be able to withstand the charge of the cavalry, who took matters into his own hands by having the ground between his men and the English heavy cavalry strewn with caltrops. These are small iron devices with four sharp points, not unlike the jacks kids play with today. The English horses were brought down by these, and as the mounted soldiers lay helpless, they were killed by the waiting Clans. It was this ingenuity that gave the Drummond Chiefs the right to display caltrops on a field of green beneath the Chief's shield. King Robert the Bruce also rewarded Malcolm with extensive lands near Perth for this service.

 

In 1345, Sir John Drummond married the Maid of Monfichets. With the marriage came the estates of Stobhall on the river Tay, which have remained in the family since and is the residence of the present Chief. It has also been the home of two Scottish Queens and a royal mistress.

 

Margaret, sister of John Drummond, won the heart of King David II, who was the son of Robert the Bruce. They were married in 1363, and she was crowned queen.

 

In 1366 Annabella the beautiful, daughter of Sir John Drummond, became the wife of John Stewart of Kyle. John was crowned Robert III, the second Stewart King. She was also the mother of James I. The royal families of Scotland and England claim their heritage from Robert and Annabella.

 

In 1491 Drummond Castle was built 25 miles from Stobhall, and 3 1/2 miles from Crieff. It is now the residence of Lady Willoughby de Eresby, a descendent of Sir John Drummond through the female line. Its castle gardens are sometimes called the pride and jewel of the highlands.

 

In 1498, the first Lord Drummond of Drummond received the Barony of Drummond which remained in the family until 1605, when the estates were sold.

 

In 1589 John Drummond was appointed Royal Forester of Glenartney. It was in this post that he had the ears of some MacGregor (one account says MacDonalds) poachers cropped. Clan MacGregor swore revenge and attacked Drummond and chopped off his head. They then proceeded to John's sisters residence, burst in, and demanded bread and cheese. The MacGregors then unwrapped John's head and crammed its mouth full. The feud between the two clans lasted for over a century.

 

Near the end of the 1500's, another Drummond, Margaret the fair, enraptured King James IV. She was, to him, "The diamond of Delight." Because of his love for her, James originally declined the marriage to Mary Tudor, daughter of the King of England, Henry VII. It is rumored that James had indeed married Margaret and was to have her crowned Queen of Scotland. The nobles, mostly lowlanders and border Lords, feared that the Drummonds were becoming too powerful. They decided that Margaret must die, thus forcing James to marry the Tudor Princess. Margaret, and her two sisters, were poisoned. Shortly after, James married Mary Tudor, which made way for the union of the Scottish and English Crowns a century later.

 

In 1605, after James had been crowned King of Both England and Scotland, he elevated the Drummond Chief to that of the Earl of Perth.

 

Around 1650, the Drummonds were removed from Drummond Castle to Stobhall for their loyalty to Charles I. After leaving, Drummond Castle was garrisoned by Cromwell's troops.

 

During the Cromwell protectorate, Sir William Drummond was Governor of Smolensk in Muscovy. After his exile he had the dubious honor of bringing thumb screws back with him to Scotland.

 

In 1689, as the Highlands rose behind the Stuart flag, the Drummonds followed Bonnie Dundee into battle. At the battle of Killiecrankie the clan army attacked the English as it marched into the pass. Of the 3,000 English who went into the pass only 500 made it out alive. When the rising was surprised, the Earl of Perth was captured and imprisoned at Kircaldy till 1693. After that, he and his brother followed James VII into exile. For their service to James, they were elevated to Dukes. The Duke of Perth was then made a Knight of the Golden Fleece, the highest order of knighthood in Spain.

 

By the end of the 17th century, the Drummonds were the most powerful Clan in Scotland. The Earl of Perth was Lord Chancellor; his brother, the Earl of Melfort, was Secretary of State. Their cousin, General Sir William Drummond, created Viscount Strathallan, was commander-in-chief of the army in Scotland. The first Duke of Perth was also awarded the Knight of the Garter for his service to James VII.

 

The Drummonds supported the Stuarts until the end. They helped in the uprising of 1715 and again in 1745. In 1746, the Highland Clans followed Bonnie Prince Charlie to Culloden, to fight for the Stuarts for the last time. The Drummonds were at the fore, with the Duke of Perth and his brother, the Duke of Melfort, commanding the left wing and the center of the battle line. However, within two hours, the clan army had been destroyed by the Hanoverian army. The Duke of Perth followed the Prince into exile. John also went with them but died during the voyage due to his wounds. The Viscount of Strathallan was mortally wounded while rallying the cavalry. Even the Duchess of Perth was imprisoned for having sheltered Prince Charlie at Drummond Castle. She stayed there until her death in 1773. Loyalty had cost them everything.

 

It wasn't until 1784 that the Drummonds were restored to their lands. It wasn't until the 1830's that they received back their old titles.

 

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O texto abaixo discute a possível origem dos Drummonds no clã Galbrath/Galbraith, devido à provada filiação de um Malcolm Beg, senescal de Lennox, em começos do século XIII, num Galbrath. (O texto vai contra tal hipótese, que noentanto é aceita pela maior parte dos historiadores.)  

 

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Date: Mon, 20 May 2002 11:58:55 -0300
From: "Peter A. Kincaid" at "kincaidp@n..."
Subject: [KINCAID] Corrections to Dr. H. C. Kincaid
work - 1st
post.
To: KINCAID-L@r...
Reply-to: KINCAID-L@r...
Essay on the Errors of Dr. Herbert Clark Kincaid

 

The Kincaid surname originates in the Parish of Campsie, Stirlingshire (County Stirling), Scotland. It is certain that a family took on the name of the lands of Kincaid in that parish. The spelling Kincaid is a modern version of an old native name. Current thinking is that it is Cumric (Brythonic) in origin. Regardless, all Kincaids of Caucasian descent originated from this area and different spellings emerged. Thus, most of us Kincaids have a keen interest in the early Kincaids in Scotland and various attempts have been made to write a history of the family there.

 

The most popular paper on the early history of the Kincaids in Scotland was written by Dr. Herbert Clark Kincaid in the 1940s. He was a fellow of the Institute of American Genealogy and member of the National Genealogical Society. His work was repeated in a number of other Kincaid genealogies; including Eugene Davis Kincaid III's "The Origin and Lineage of the Ancient Family of Kincaid of that Ilk with selected American descents" (being an update of his "A Genealogical History of the Name of Kincaid with certain descents) and James Kimble Young's "Kincaid Family Researches at Random - In Scotland - Ireland - Pennsylvania - Virginia - Kentucky and Illinois." The former work got support from the Clan Kincaid Society in Steve Kincaid's"Kincaid Combined Genealogies"

The Scottish genealogy given by Dr. Kincaid is quite similar to that presented by Laura Blake of Kincaid, West Virginia who cites Peter Kincaid of Scotland as her source. This would be Peter Kincaid of Mid-Muckcroft Cottage, Milton of Campsie, Stirlingshire, Scotland who conducted his research in the early 1900s. It seems that Dr. Kincaid, Laura Blake and other subsequent American genealogists were transcribers of the research of Peter Kincaid of Mid-Muckroft.Unfortunately, these works contain errors which get compounded as other researchers use these sources. In some sources the errors can be treated as misinformation while in other sources the errors have
accumulated enough to be genealogical garbage (perhaps a harsh statement but in effect perhaps appropriate).

Thus, it is ironic that another Peter Kincaid, myself, will try to point out the accumulated errors by drawing on theoriginal sources to post corrections to the work of Dr. Kincaid and successors. In all instances the sources will be given. Dr. Kincaid begins his genealogy with the early line of the Earls
of Lennox. This is a fairly well documented family; albeit some mysteries still remain which will likely not be resolved.Commentary on this family can be found in "Cartularium Comitatus de Levenax: Ab Initio Seculi Decimi Tertii Usque Ad Annum M.CCC.XCVIII" (Edinburgh: Maitland Club, 1833) andWilliam Fraser's "The Lennox" (Edinburgh: n.p., 1874). An excellent legal case relating to the family was prepared by Robert Hamilton in his "Case of Margaret Lennox of Woodhead, in relation to The Title, Honours, and Dignity of the Ancient Earls of Levenax or Lennox" (Edinburgh: Alex. Lawrie and Company, 1813). However, "The Complete Peerage" (London: The St Catherine
Press, 1929) brings together various thoughts in an excellent well documented review of the family origins. This is available in most large libraries and I prefer to refer researchers to this source in relation to the early Earls of Lennox.

 

The first error given by Dr. Kincaid us that he refers to the first of the Galbraith family as being "Gilipaspic Galbaith, 4th Earl of Lennox." The Galbraiths were never Earls of Lennox. The 4th Earl of Lennox was Malcolm son of Malcolm son of Maldouen, 3rd Earl of Lennox, son of Alwyn, 2nd Earl of Lennox,son of Alwyn, 1st Earl of Lennox. So as not to be confusedaldouen's son Malcolm died before he did so he was succeeded by his grandson Malcolm. The Galbraith that Dr. Kincaid was referring to was a nephew of the Alwyn, the second Earl of Lennox as he was noted as "Gillescop Galbrad nepote nostro" when he witnessed the Earl's grant of the Church of Campie between 1208 &1214 (see charter no. 101 in "Registrum Episcopatus Glasguensis," Edinburgh, 1843). It is speculation on how he was the nephew of the Earl. Dr. Kincaid assumed he was of the direct line but he could have easily be related through the wife of the Earl. He also appears a witness to a charter by Maldouen, Earl of Lennox to Umfrido de Kilpatrick of the lands of Colquhoun as "Gillaspec Galbraith" (see charter no. 22 in "Cartularium Comitatus de Levenax: Ab Initio Seculi Decimi Tertii Usque Ad Annum M.CCC.XCVIII", Edinburgh: Maitland Club, 1833).

 

Galbrad means the Briton or son of the Briton so Gillescop Galbrad literally means Gillescop the Briton or son of the Briton. Gillescop had a brother Roderick as is made clear in the witness list of a charter circa 1224 by Maldouen, Earl of Lennox which lists "Gillescopo Galbrat, Rodrico fratre suo" (see p. 213 in "Registrum Monasterii de Passelet," Edinburgh,1832) and another charter circa 1224 by the same Earl which lists "Gillescop Gallebrad, Rochero fratre ejus (see p. 217 in
"Registrum Monasterii de Passelet," Edinburgh, 1832) . In a circa 1199 charter by Alwyn, Earl of Lennox to the Church of Kilpatrick, Roderick is noted as "Rodarco nepote me" (see p. 157
in "Registrum Monasterii de Passelet," Edinburgh, 1832).

 

There is overlooked evidence that Gillescop had sons Malcolm and Roderick. A 1208-1214 charter by Alwyn, Earl of Lennox of the Church of Campsie is witnessed by "Gillescop Galbrad
nepote nostro" and is also witnessed by Malcolm "filioGillescop" (see charter no. 101 in "Registrum Episcopatus Glasguensis," Edinburgh, 1843). For those who are unaware: filio is Latin for son of; fratre is brother of; nepote is nephew of..

 

The relationship between Malcolm and Gillescop is further

supported by the next charter, circa 1208-1214, which is

witnessed by "Gillescop Galbrath * Malcolmus beg filius

gilascop" (see charter no. 102 in "Registrum Episcopatus

Glasguensis," Edinburgh, 1843). The circa 1233

statement "Rotheric Beg de Carric juratus, concordat in omnibus

cum Malcolmo Beg fratre ipsius" suggests that Malcolm Beg

had a brother Roderick (see p. 168 in "Registrum Monasterii

de Passelet," Edinburgh, 1832). It makes sense in that

since Gillescop had a brother Roderick that he would name a

son Roderick. Regarding "Rotheric Beg de Carric" it has

been noted that there is a charter by Raderic Mac Gillescop

of lands in Carric to the abbey of Melrose (the reference given

being in volume I, p. 29 of "Liber Sancte Marie de Melros:

Munimenta Vetustiora Monasterii Cisterciensis De Melros,"

Edinburgh, Bannatyne Club, 1837). This was said to be early in

the reign of King William the Lion. King William reigned from 1165

to 1214 so this latter Raderic would not fit in the time line.

 

Given the 1199 instrument Roderick had to have been

born before 1179. Given the 1208 to 1214 charters Gillescop was

at least before 1193. As "Malcolmus beg filius gilascop" also

signed the 1208-1214 charters then this would place Gillescop as

born before 1173. As he was alive circa 1224 then this is

possible as he would have been 51. The Raderic Mac Gillescop would

have to be another person as Gillescop Galbrad would have been

too old for the 1224 charter to be the father of this Raderic. It

may fit if the reference to Raderic was in the latter part of

the reign of King William. It is more likely that this Raderic

is not Roderic Beg but it would be possible that he was

Roderic the brother of Gillescop Galbrad.

 

It should be elaborated here who this Malcolm Beg is

or who he is claimed to be. He is claimed to be the founder of the

illustrious Drummond Clan which produced a couple of

Queens of Scotland. The name appears from 1225 to 1250 which is

the period allotted to Earl Maldouen (see charters nos. 4, 11,

12, 204, 205, 206, & 207 in William Fraser's "The Lennox",

Edinburgh: n.p., 1874 and charters nos. 11, 13, 17, 22, 34, 35,

addendum 7, add. 8, & add. 9 in "Cartularium Comitatus de Levenax: Ab

Initio Seculi Decimi Tertii Usque Ad Annum M.CCC.XCVIII",

Edinburgh: Maitland Club, 1833).). Malcolm de Drummund on the

other hand only starts appearing in the time of Malcolm Earl of

Lennox (see charter no. 14, 15 in William Fraser's "The Lennox",

Edinburgh: n.p., 1874 and pages 15, 16, 30, 39, 40, 43, 46, 81,

84, & 86 in "Cartularium Comitatus de Levenax: Ab Initio Seculi

Decimi Tertii Usque Ad Annum M.CCC.XCVIII", Edinburgh: Maitland

Club, 1833).

 

I have not been satisfied with the connection between

the Drummonds and Malcolm Beg. In the "Index Locorum

Discrepantium" relating to charter no. 22 in "Cartularium Comitatus

de Levenax: Ab Initio Seculi Decimi Tertii Usque Ad Annum

M.CCC.XCVIII" (Edinburgh: Maitland Club, 1833), he is noted as

Malcolmo Beg Drumane camerario. It appears to me that the editors

thought to note this as a discrepancy rather than change the

wording of the charter. Regardless, in no other case is he referred

to as anything other than Malcolm Beg; certainly camerario

(ie. Chamberlain) appears no where. One suspects a later period revision.

 

There is a charter by Malcolm Earl of Lennox to Christian and

Margaret Drummond daughters of John of Drummond of lands

of Sir Malmore Hog their grandfather (see charter no. 46 in

"Cartularium Comitatus de Levenax: Ab Initio Seculi Decimi

Tertii Usque Ad Annum M.CCC.XCVIII", Edinburgh: Maitland

Club, 1833). Perhaps some have thought this to be a

misspelling of Malcolm Beg. However, this is a person as one

Malmor Hoge appears with Malcolmum de Drummond as witnesses in an

instrument in the time of Malcolm Earl of Lennox (see p. 203 in

"Registrum Monasterii de Passelet," Edinburgh, 1832). Malcolm

Beg did have a son John who appears around 1248 (see

charter no. 10 in William Fraser's "The Lennox", Edinburgh:

n.p., 1874 and charter no. 35 in "Cartularium Comitatus de

Levenax: Ab Initio Seculi Decimi Tertii Usque Ad Annum

M.CCC.XCVIII", Edinburgh: Maitland Club, 1833) so perhaps some have

also linked the familes on this weak evidence.

 

Certainly Macolm Beg was an important person because he appears

regularly in charters of the period (ie. the period of Maldouen,

Earl of Lennox). As a son of Gillescop Galbrad this is

understandable since his father would have been a cousin of the

Earl. It is also claimed that Malcolm Beg was Seneschal (ie.

Steward) of the Lennox but I have not found the reference

indicating this. One Absalon was certainly seneschal

in the period of Maldouen, Earl of Lennox (see charter no. 12 in

"Cartularium Comitatus de Levenax: Ab Initio Seculi

Decimi Tertii Usque Ad Annum M.CCC.XCVIII", Edinburgh: Maitland

Club, 1833) as well as Maurice filio Galbrait ("Calendar of Documents

relating to Scotland Henry III," 1263) and Patrick Galbraith

was seneschal in the period of Malcolm, Earl of Lennox

(see charter no. 48 in "Cartularium Comitatus de Levenax: Ab Initio

Seculi Decimi Tertii Usque Ad Annum M.CCC.XCVIII", Edinburgh:

Maitland Club, 1833).

 

While various claims have been made about the

Galbraith and Drummond origins the information I have reviewed

raises questions. In terms of the Drummonds others have pointed out some

of the errors. While Dr. Kincaid did not deal with the

Drummonds it seems appropriate to elaborate on Malcolm Beg.

Whether or not Malcolm Beg was the founder of the Drummond, my belief

is that Malcolm Beg was a son of Gillescop Galbrad; at least

Malcom Beg and Roderick Beg are the only two people that have

good evidence of being sons of Gillescop Galbraith.

 

Returning to the Galbraiths, Dr. Kincaid, etc. notes Arthur as

son of Gillescop and then his son as William. He states

"William, who had acquired the Kyncade land by inheritance and

marriage, took the name Kyncade ... Historians generally consider

him the authentic founder of the name." There seems

to be a stretch as nothing says Arthur was the son of

Gillescop and certainly nothing to link the Kincaids back further

that William of Kincaid of Craiglockhart of the 1440s . In

fairness though, Dr. Kincaid is not the only one to make this

assertion. The assertion that William Galbraith was the founder of the

Kincaids comes from a charter to "Wilielmo filio Arthuri filii

Galbrait" (ie. William son of Arthur son of Galbrait)

of the lands of Kyncaith on March 2, 1238 (see Charter no. 29

in "Cartularium Comitatus de Levenax: Ab Initio Seculi

Decimi Tertii Usque Ad Annum M.CCC.XCVIII," Edinburgh: Maitland

Club, 1833). Also witnessing this 1238 charter was "Mauritio filio

Galbraith" This Maurice as "Mauritio filio Galbraith" was later

granted the lands of Cartonvenach later; referred to as

Gartconnel; (see charter no. 24 in "Cartularium Comitatus de Levenax:

Ab Initio Seculi Decimi Tertii Usque Ad Annum M.CCC.XCVIII,"

Edinburgh: Maitland Club, 1833). It is asserted that this

Maurice and his son Arthur also got the lands of Auchencloich based on

the wording of the grant being to "Mauritio filio

Gillaspic Galbraith et Arthuro filio suo" (see charter no. 25 in

"Cartularium Comitatus de Levenax: Ab Initio Seculi Decimi Tertii

Usque Ad Annum M.CCC.XCVIII, Edinburgh: Maitland Club, 1833).

Certainly William's father Arthur and Maurice were brothers and

their father was "Galbrait." That he was the son of

Gillaspic or Gillescop is inferred by the charter of the lands of

Auchencloich. This is probably reinforced by later

instruments to Maurice's son Arthur which refers to the lands of

Cartonvenach (see charters nos. 27 & 28 in "Cartularium Comitatus

de Levenax: Ab Initio Seculi Decimi Tertii Usque Ad Annum

M.CCC.XCVIII, Edinburgh: Maitland Club, 1833). However, the wording

is "propinquior est terre de Cartonewene" which is near

not in the lands. Thus, we are not dealing with the Gartconnel

lands but lands next to them. The William son of Arthur son of

Galbrait (ie. the Briton) was certainly the nephew of Maurice

of Gartconnell but in my opinion it is somewhat weak that

he was the grandson of Gillescop.

 

From here I refer to the information I have posted at:

http://www.alphalink.com.au/~kincaid/origins.htm

for more information on William Galbraith. Suffice

it to say that he married a daughter of Sir John "the

Red" Comyn of Badenoch and his heir was William who married

a daughter of Sir William "Long Leg" Douglas. The son

 

William's line ended in 4 daughters of which Johanna

marrried a Keith. It is through her that I believe that 1/4 of

the lands of Kincaid ended up in the hands of David de

Hamilton who married Joneta de Keth. What is interesting is